quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Caprichos de uma Presidente


“O quero, posso e mando, a toque de capricho, não pode ser utilizado como arma de arremesso, chantageando os Vereadores não permanentes que somos tão responsáveis e temos tanto o Direito de emitir as nossa preocupações como a Srª. Presidente”.


Conforme prometido, transcrevo a discussão ocorrida acerca da proposta de delegação de competências apresentada pela Srª. Presidente Isabel Soares.
Naturalmente, amanhã seguir-se-ão os devidos comentários.
Para melhor compreensão do que irão ler, sugiro que consultem o documento 6.11 que publiquei na Ordem de Trabalhos de 11-11-2009.

Vamos, então, a mais um capricho

“ A Proposta do PSD constante do documento 6.11 mereceu a seguinte votação:
PSP – 3 votos a favor
PS e CDU – 4 votos contra

Fernando Serpa – Na discussão das propostas apresentadas pelo PS e pela CDU e antes da votação das mesmas, os Vereadores destas forças políticas apresentam em substituição das agendadas, uma única proposta que contemple as alíneas em comum e as diferentes:
Refira-se que a proposta de não delegação apenas consiste na retirada da pretensão do PSD do seguinte:
- n.º 1 a);
- n.º 1 c), d), e) e f).
Quanto às alíneas c) e d) há um limite que a lei estabelece que é de € 149 999 que se mantém.
- n.º 1 i);
- n.º 1 e)
- n.º 2 f) e g)
- n.º 4 a)
Quanto ao resto da proposta do PSD, concordamos com a delegação de competências que está incluída na nossa proposta.
Posta à votação, a proposta subscrita pelo PS e CDU, foi aprovada com 4 votos a favor dos Vereadores do PS e da CDU e 3 votos contra do Vereadores do PSD.

Declaração de voto da Srª. Presidente:
A Presidente não aceita a delegação de competências. Pelo que cada órgão deverá assumir as suas competências. Entende a Presidente da Câmara Municipal que quando solicita ou faz a proposta de delegação de competências é para tornar exequível e mais rápido, todos e quaisquer assuntos que a lei assim o permitisse.
Entende a Presidente da Câmara que não deve aceitar aquilo que é, por sugestão ou por indicação dos Srs. Vereadores do PS e da CDU, que diferenciam assuntos de maior ou menor relevância para o Concelho.
A Presidente considera que todos eles têm a sua importância e como tal deverão ter a deliberação do executivo camarário.

Declaração de voto do Partido Socialista, feita pelo Vereador Fernando Serpa:
“ Queria lembrar à Sra. Presidente da Câmara Municipal que a proposta aprovada pelo executivo tem que ser cumprida.
Apelava á Srª Presidente que não esquecesse esse aspecto.
Por outro lado, acrescento que os assuntos que foram retirados da delegação de competências foram apenas os seguintes:
- Aquisição de bens imóveis e serviços para lá do valor de € 149 999. Quer isto dizer que até esse valor, a Presidente da Câmara poderá tornar as decisões que entender por conveniente.
- Foi retirada a possibilidade de alienar (vender) bens móveis se estes tiverem o valor para lá dos ditos € 149 999.Até este valor, a Sra. Presidente poderá tomar as decisões que achar por bem.
- Foi retirada a aquisição e alienação e ou oneração de bens imóveis até 1000 vezes o índice de 100…
- Foi retirada a possibilidade da Srª Presidente contratar bens e serviços com valores superiores á quantia atrás indicada, como tem feito no passado.
- Foi retirada a possibilidade de publicação de documentos anuais e boletins que a Presidente, de per si, achar por conveniente
- Foi retirada da delegação, a nomeação exclusiva por parte da Presidente dos representantes do Município nos Concelhos locais e o apoio a actividades artesanais.
- Finalmente, foi retirada a possibilidade da Presidente, no silencio do seu gabinete, tomar decisões, referente a estratos sociais desfavorecidos.

Tudo o mais, que nos foi solicitado em proposta da Sra. Presidente, nós aceitamos e votamos favoravelmente.
Acrescento que as matérias que retiramos da delegação de competências tem uma pequena explicação:
Pretendemos que os ditos venham à reunião do executivo para aí serem tomadas as melhores decisões. Não estou a ver, e o passado disso é testemunha, que algum Vereador não permanente tenha dificultado ou impedido as propostas apresentadas pelo executivo permanente, quando esteja em causa o desenvolvimento do Concelho.
Apelava assim, á Sra. Presidente, que, a bem dos interesses dos Munícipes reponderasse a sua posição, que entendo ser emotiva. Tanto mais que, apenas foram retirados os aspectos acima enumerados.
Além de que, não pode a Sr ªPresidente esquecer o resultado eleitoral de 11/10/09.
O quero, posso e mando, a toque de capricho, não pode ser utilizado como arma de arremesso, chantageando os Vereadores não permanentes que somos tão responsáveis e temos tanto o Direito de emitir as nossa preocupações como a Srª. Presidente.
Quem não está aqui a ser coerente com o mandato recebido da população é a Sra. Presidente com a sua decisão de tudo ou nada. Nesse caso, melhor seria que nos convidasse a deixar de ser membros do executivo camarário.
Acrescento, finalmente que a Presidente da Câmara não pode esquecer, que mais de 5000 pessoas votaram na candidatura do PS e que exigem com esse voto, que nós, nesta mesa, tomemos as decisões. O que faremos, não apenas em nome deles, mas de todos os Munícipes do Concelho.
Por isso, é que não tocamos em nenhuma competência de gestão do Concelho.
Resposta da Presidente:
Face ao que foi dito, esclareço que a Presidente da Câmara nem hoje nem em tempo algum, fez chantagem fosse com quem fosse. Não admito que isso seja dito.
Quero referir que trato todos os assuntos com igual respeito e como tal não posso fazer diferença naquilo que a legislação não o faz. Como tal, para ser coerente com aquilo que tenho feito ao longo destes anos todos e porque todo o cidadão merece o meu respeito, foi por isso que tomei a posição que tomei. Nunca fui emotiva ou precipitada, fui ponderada.
Drª. Lisete Romão: Tenho duvidas: se há, proposta do PSD que foi rejeitada por 4 votos contra e há, proposta conjunta do PS e da CDU que foi aprovada por quatro votos a favor e 3 contra, esta não deverá ser cumprida, se foi aprovada no órgão?
Presidente: A delegação de competências: significa que a quem é dado, tem que aceitar.
Drª Rosa Palma: A minha preocupação vai de encontro com a preocupação da Drª. Lisete Romão.
Neste contexto, a minha preocupação passa pelo facto de não se estar a fazer cumprir o decidido pela maioria. Como tal irei apresentar uma declaração de voto de acordo com o regimento.”

Reunião Ordinária de 25-11-2009

Considerando a hora tardia a que acabou a reunião de ontem, irei de imediato apresentar-vos o resumo dos pontos tratados pelos Vereadores do PS.
Ao final da tarde, seguramente, estarei em condições de vos apresentar “mais um capricho da Sra. Presidente” quanto ao assunto da delegação de competências.

Sendo assim, no período antes da ordem do dia:
A Dra. Lisete Romão questionou o executivo sobre a postura da REN quanto às linhas de muita alta tensão, e sobre o Apoio de Praia de Armação de Pêra,
Manifestou a sua preocupação sobre a rotunda de Pêra, que teima em não arrancar.
No que me toca, e em poucas pinceladas que serão desenvolvidas nos próximos dias, abordei:
- O retomar da iniciativa de ter o presépio exposto na encosta do Castelo de Silves;
- A Festa de Natal dos trabalhadores da Câmara Municipal.
- A necessária e urgente visita do executivo camarário ao Teatro Gregório Mascarenhas;
- A realização de uma reunião da Câmara Municipal com a Administração da Alicoop e com os trabalhadores desta;
- O agendamento de um processo de contra –ordenação de um particular, a quem tinha sido fixado uma coima fora dos padrões habituais;
- O relatório das obras que estão por acabar, com a data de inicio das ditas, montantes de adjudicação, as já pagas, o que falta fazer e a justificação do atraso.
- O relatório dos serviços sobre a fiabilidade do sistema que enquadra o consumo de água, considerando dois momentos:
a) leitura
b) cobrança
- O relatório dos serviços sobre os trabalhos encomendados a arquitectos e engenheiros no mandato anterior, com a indicação da forma de adjudicação, identificação do técnico escolhido e os montantes adjudicados e os que já foram pagos, bem como a indicação das obras.
- O pedido de esclarecimento sobre os pagamentos à PLMJ (como aliás será em relação a todos), solicitando cópia da cabimentação dessas despesas, dos despachos a autorizar e a ordenar os ditos pagamentos.

Até já, para cumprimento da promessa de relatar mais um “capricho” da Sra. Presidente, agora no tocante à delegação de competências.
Só visto!!!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O Bairro Vermelho - Um grito de revolta

É fundamental partilhar a informação, ainda mais quando ela se revela importante para a comunidade.
Acabei de receber um e-mail de um Munícipe de Silves que, tenho a honra e o privilégio de divulgar.
Naturalmente aceito o desafio e na próxima reunião camarária, levarei o assunto ao plenário, para que a situação mereça o desejado desenvolvimento. Tudo irá ser averiguado, pelo que voltarei oportunamente ao vosso contacto.
A palavra fica dada:

“Digníssimo Vereador, permita-me que o questione sobre o Bairro Vermelho do Enxerim, e sobre as consecutivas promessas politicas de arranjo de arruamentos e jardim. Como deverá saber existe um espaço mesmo no centro deste bairro que se encontra degradado constituindo um perigo para os que ali vivem. Leia o que a seguir se segue, já publicado no terra ruiva.

Será crime público?
O BAIRRO VERMELHO VOTADO AO ESQUECIMENTO HÁ MAIS DE 15 ANOS. SOFREMOS DE CEGUEIRA OU NÃO QUEREMOS VER?

Há muito que me prendo com o dilema de escrever ou não escrever sobre o Bairro Vermelho sito no Enxerim.
Em memória dos meus tios decidi fazê-lo, e aqui estou hoje para vos falar da situação e denunciar esta falta de respeito pela dignidade e condição humana de quem lá habita ou habitou.
É da forma mais degradante que encontramos, em pleno centro do Bairro Vermelho, um antigo parque infantil (obra do executivo de José Viola no decurso do seu primeiro mandato) e do qual já não é possível distinguir as estruturas devido ao mato alto que tomou conta de todo o espaço. Enfim uma lixeira constituída de pasto que nasce no Inverno e seca no Verão, como se pode constatar um local propício a combustão espontânea agora ali a céu aberto. Como é se deflagrar um incêndio. O que ali existe é como pólvora? E tudo isto numa zona meio escondida por algumas moradias que o circundam e que nunca tiveram direito a arruamentos.

E todo este cenário situado a paredes meias com a casa da Presidente deste Município, que por sinal vive no Enxerim (mas não no Bairro Vermelho…).

Não escrevo para atribuir culpas a A, B e/ou C, porque no fundo somos todos culpados, somos todos cegos. À classe política que nos diz representar crítico o facto de em todos os anos de eleições autárquicas ter apenas prometido. Prometeu-se arruamentos, um novo jardim, uma igreja. Contudo, os que ali vivem só têm visto aparecer de novo, naquele enorme espaço, os pastos todos os anos e proliferar os répteis e toda a espécie de bichos, no último mês até um carro acidentado ali assentou arraiais para compor este espectáculo degradante.

Onde temos estado nós que permitimos isto? Que cidadãos somos nós? Que sociedade pretendemos nós criar com exemplos deste género?

Permitam-me que questione todos os vereadores, permanentes e não permanentes, se nunca passaram neste local e se não o conhecem? Em tempo de eleições passaram com toda a certeza, mas depois da campanha repousaram e este descampado no Bairro Vermelho continuou a crescer e a deteriorar-se. Já vai para mais de 15 anos que se encontra em estado deplorável por falta de arruamentos... imaginem agora como se encontra.

Onde tem andado a senhora Delegada de Saúde de Silves, que agora por sinal também é candidata à presidência deste Concelho?

Eu sou culpada porque me calei durante anos. E por isso também permiti que esta zona chegasse ao ponto que chegou.

Senhora Presidente, senhores Vereadores, senhores cidadãos utilizadores do espaço de Bairro Vermelho nunca reparam no estado deste antigo parque infantil do Bairro Vermelho e na sua zona envolvente? Tiveram de reparar! Há anos foi-lhe atribuída toponímia, daí constar do mapa. Todavia ao bairro e ao seu antigo parque foi-lhe apenas atribuído isso.

Ao longo de mais de 15 anos os arruamentos necessários àqueles poucos lotes nunca se fizeram, ainda assim atribuíram-se nomes às ruas já existentes. No entanto foi retirado o respeito por quem ali vive. Sim, considero uma falta de respeito pela condição humano, o estado a que este espaço chegou, porque ali vivem pessoas de bem e trabalhadoras, não vivem animais.

Estaremos cegos? Volto a perguntar.

Não há desculpas, porque são muitos anos, muitos pedidos e também muitas promessas vãs. Não se pode dizer que se desconhece quando se vive tão perto, do outro lado da rua”.

Desafio ao perigo

Em três tentativas, conseguem identificar o local?


Pista n.º 1: no Concelho de Silves
Pista n.º 2: na Freguesia de S. B. Messines
Pista n.º3: no cruzamento para o Algoz


Conseguiram?



Solução: Trata-se da rotunda de S. B. Messines às 19 horas do dia 24 de Novembro de 2009.
Palavras para quê!!!









segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Quanto mais difícil for o acesso à informação, melhor para quem nos governa.

Última acta publicada no site da Câmara Municipal é de 04 de Junho 2008.
Divulgar a actividade camarária é um dever para qualquer eleito. Ter acesso ás actas das reuniões um direito que assiste aos Munícipes.
Acontece que tal não acontece em Silves.
Não obstante, haver um enquadramento legal, a informação é passada a conta-gotas em função dos interesses de quem detém o poder. Quanto menos a comunidade estiver informada, menos será reivindicativa…logo mais manipulável ao gosto de alguns.
Dou-vos já um exemplo, do que acabo de referir. Sabiam, por acaso que a Câmara Municipal de Silves tem um site? E que a última acta lá publicada é de 04-06-2008?
Pura e simplesmente inaceitável.
Como poderão os munícipes acompanhar e, para os mais ousados, contribuir para a tomada de decisão, se navegam na mais completa escuridão?
Sejamos sinceros, como em tudo na vida nada acontece por acaso, também no presente se detecta a subtileza de quem vestiu a arrogância “do quero posso e mando”.
Tudo á revelia da Lei.
Mas iremos estar atentos.
Desde logo, a Drª. Lisete Romão já solicitou a divulgação atempada dos actos, num prazo razoável que permita acompanhar os assuntos que vão sendo tratados pela Autarquia.
Mas, importa ir buscar a informação a outras fontes. Nesse sentido, apelava a que consultassem com regularidade os seguintes sites:
http://www.transparencia-pt.org/
Basta escrever a palavra Silves e têm ao Vosso dispor um rol das dívidas da nossa Câmara.

http://www.base.gov.pt/
Trata-se do portal dos concursos públicos. Retenham que, por força da nova legislação foi atribuído uma total liberdade ás Autarquias na escolha dos empreiteiros. O que aliás discordo.

Não se esqueçam também que a primeira reunião camarária é pública, bem como as reuniões da Assembleia municipal
Sugiro, também que, ao abrigo do anonimato, tivessem a gentileza de me enviar as Vossas pertinentes sugestões, que serão levadas ás reuniões camarárias.
Dou-vos a minha Palavra.

domingo, 22 de novembro de 2009

Reunião ordinária de Câmara – 25-11-2009 Ordem de Trabalhos

Em abono da Verdade esclareço que, em primeiro lugar, recebi a Ordem de Trabalhos em papel. O que bastante me desagradou. Passado algum tempo, recebi a dita em suporte digital sem os documentos dos processos particulares...

Ou seja, tudo me foi entregue, a tempo e a horas... mas não da forma pretendida.

CÂMARA MUNICIPAL DE SILVES

Reunião ordinária de Câmara – 25-11-2009

Ordem de Trabalhos

1. Aprovação da acta

2. Informações

3. Antes da Ordem do Dia

4. Processos de Obras Particulares

4.1 - Processo de Arte Náutica - Investimentos Turísticos, Lda;

4.2 - Processo de Câmara Municipal de Silves;

4.3 - Processo de João José Cabrita Gonçalves;

4.4 - Processo de Roovers & Gonçalves, Lda;

4.5 - Processo de Maria da Natividade Neto d`Almeida Gomes Calado;

4.6 - Processo de Maria João Coelho Silva Liberato;

4.7 - Processo de Algarpombal, Investimentos Imobiliários, Lda;

4.8 - Processo de Alan Eduard Joseph Jones;

4.9 - Processo de Sandra Isabel Varela Alves Lopes;

4.10 - Processo de António Di Pace;

4.11 - Processo de Dietrich Herst Siegried Wenk;

4.12 - Processo de António Loureiro Cipriano;

4.13 - Processo de Lesley Ann Norris e outro;

4.14 - Processo de João Bonifácio - Cabeça de Casal da herança de;

4.15 - Processo de Frutas Tereso- Comércio de Frutos e Hortículas, Lda;

4.16 - Processo de Franclim Encontrão Pereira;

4.17 - Processo de Rosa Maria Trindade Rocha Burguer;

4.18 - Processo de José Manuel Ramos Estiveira - Cabeça de Casal;

4.19 - Processo de Carlos Paulo Ventura Costa;

4.20 - Processo de António Joaquim Lage Valério;

4.21 - Processo de Sulscala Consultadoria Agrícola e Espaços Verdes Unipessoal, Lda;

4.22 - Processo de Vitor Manuel Pires Grave;

4.23 - Processo de Celina Maria Dias da Luz Cristóvão Alberto;

4.24 - Processo de José Álvaro Ferreira;

4.25 - Processo de António de Jesus Várzea;

4.26 - Processo de Manuel Osvaldo Cabrita;

4.27 - Processo de Câmara Municipal de Silves;

4.28 - Processo de Maria Clara Mascarenhas R.M. Maçana;

4.29 - Processo de Turismóvel, Lda - Sociedade Turismo do Algarve, Lda;

4.30 - Processo de Arthur da Costa Campos;

4.31 - Processo de Brian Manuel Correia Cabrita;

4.32 - Processo de Carlos Manuel Ribeiro Nunes;

4.33 - Processo de Joaquim Adelino Godinho dos Santos;

4.34 - Processo de José Joaquim Lapa dos Santos;

4.35 - Processo de Lucy Jane Smail;

5. Processos de Obras Municipais

5.1 - Processo de reabilitação Urbana do Centro Histórico de Silves - 2.ª Fase;

5.2 - Pavimentação do CM 1611 Cumeadas - Vendas - Trabalhos a Mais da empreitada, requerido por Edifelix, Lda;

6. Assuntos Diversos

6.1 - Pedido de licença especial de ruído, requerido por Projecti - Sociedade, Projectos e Construções, Limitada;

6.2 - Pedido de aditamento à Escritura de Cedência de Terreno, requerida pelas Construções Hélder Freitas & Mário Vale, Lda;

6.3 - Concurso público para arrendamento Comercial de Quiosques;

6.4 - Concurso Público de Prestação de Serviços de Transportes escolares ano 2009/2010 - Cessão da Posição contratual;

6.5 - Contrato de Fornecimento Contínuo de diverso material para o sector de águas;

6.6 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão em estabelecimento sito na Urbanização Farinha Lote 58, Fracção A, São Bartolomeu de Messines, requerido por Diversul, Exploração Jogos Diversão, Lda;

6.7 - Pedido de rectificação de escritura de cedência de direito de superfície do lote n.º 6, requerida pela Divisão de Gestão Urbanística - Sector Topografia;

6.8 – Publicitação do Investimento Prioritário referente à elaboração do Projecto de execução da Escola EB 1 e Jardim-de-infância de Alcantarilha;

6.9 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão em estabelecimento na Rua Tenente Coronel Jorge Vargas Mogo, S. Bartolomeu de Messines, requerido por Bilhar Sul, Aluguer e Venda de Bilhares, Lda;

6.10 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão, para estabelecimento sito na Rua da Liberdade, requerido por Bilhar Sul, Aluguer e Venda de Bilhares, Lda;

6.11 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão, para estabelecimento sito na Casa de Pasto Estrela, Rua Vasco da Gama em Pêra, requerido por Bilhar Sul, Aluguer e Venda de Bilhares, Lda;

6.12 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão, para estabelecimento sito na Casa de Pasto Estrela, Rua Vasco da Gama em Pêra, requerido por Bilhar Sul, Aluguer e Venda de Bilhares, Lda;

6.13 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão, para estabelecimento sito no Bar Capelinha, no Beco das Palmeiras, em Armação de Pêra, requerido por Bilhar Sul, Aluguer e Venda de Bilhares, Lda;

6.14 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão, para estabelecimento sito no Bar Chaminé Algarvia, em Poço Barreto, requerido por Bilhar Sul, Aluguer e Venda de Bilhares, Lda;

6.15 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão, para estabelecimento sito no Paulo`s Bar, Benaciete, em São Bartolomeu de Messines, requerido por Bilhar Sul, Aluguer e Venda de Bilhares, Lda;

6.16 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão, para o Bar Beachcomber , sito na Av. Beira Mar, Lote 13, em Armação de Pêra, requerido por A.P.Jogos de Diversão, Lda;

6.17 - Pedido de instalação de uma máquina de diversão, para Havana Bar Club 39 Exploração Turística, sito na Rua José António Santos, em Armação de Pêra, requerido por A.P.Jogos de Diversão, Lda;

6.18 - Anulação da Factura n.º 201/2008, de 06/03/2008;

6.19 - Publicitação do Investimento Prioritário referente à elaboração do Projecto de execução da Escola EB 1 de Silves;

6.20 - Proposta de alteração ao Orçamento n.º 29;

6.21 - Proposta de alteração às grandes Opções do Plano n.º 20;

6.22 - Ratificação das Alterações ao Orçamento n.º 27;

6.23 – Ratificação das Alterações ao Orçamento n.º 28;

6.24 -Proposta de Regimento da Câmara Municipal de Silves;

6.25 - Proposta de delegação de competências;

Os mais importantes assuntos do ponto 6 desta reunião, tiveram a sua publicação na anterior. Por isso queiram ter a bondade de os consultar aí.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Reunião camarária de 25-11-2009

Lamento informar-vos mas acabei de receber a Ordem de Trabalhos em papel.
Recuso-me a acreditar que tenha havido alguma intenção em dificultar a sua divulgação pública.
Não acredito.
Mas estou atento pelo que irei pedir os necessários esclarecimentos na próxima reunião camarária
Claro está, em cumprimento do compromisso assumido convosco, irei digitalizar as partes mais importantes e amanhã tudo já estará disponível.
Queiram aguardar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Urbanipêra eleita a melhor PME do País pela revista Exame

Merece o nosso reconhecimento.
Uma Sociedade de Silves recebeu o prémio de melhor PME portuguesa, no evento 1000 Melhores PME. È a vencedora no sector de construção.Segundo consta da revista Exame" a empresa viu as vendas crescerem mais de 326%, atingindo 29,6 milhões de euros, e os lucros dispararam 1157%, para mais de 10,8 milhões de euros".
Recomendo uma leitura mais detalhada no site:
http://aeiou.expresso.pt/economia

Fico reconhecido á informação que me foi pretada no blog. por um Amigo atento.


Fábrica do Inglês-Museu da cortiça

No ponto 6.18 da reunião camarária de 11/11/2009, agendou-se a transferência do Museu da Cortiça para a Autarquia.
Sugeria que procedessem á leitura da proposta do executivo permanente.

A Dra. Lisete Romão interveio dizendo que "houve uma reunião no início de Novembro, com os accionistas maioritários. O que nos levanta dúvidas. Este documento é absolutamente insuficiente, porque não sabemos se a autarquia está em condições económicas de suportar este encargo; depois não há um delimitação de tempo conforme decorre da 2ª clausula do protocolo. E, em terceiro lugar, para que pudéssemos ficar mais elucidados sobre o ora pretendido, importava que tivéssemos uma melhor informação sobre a situação económica da Fábrica do Inglês, S.A...

Referente ao Museu da Cortiça, também não temos, e gostaríamos de conhecer o mapa de visitas do último ano. Também era importante saber quais os funcionários que iriam ficar sob a responsabilidade da Câmara Municipal, se seriam funcionários camarários, a contratar ou os que se encontram presentemente a trabalhar no Museu.

Relativamente à 4ª cláusula,torna-se necessário conhecer a gestão que é assegurada pela Fábrica do Inglês, S.A.: se a mesma poderá efectuar eventos, espectáculos, jantares e, no caso de o poderem fazer, para quem reverte os lucros de tais eventos , quem paga as despesas com os mesmos, manutenção, limpeza, luz, saneamento, etc."


Mais solicitou que "as respostas às questões viessem por escrito".


O Dr. Rogério Pinto na qualidade de Vice-Presidente, por impedimento da Sra. Presidente que assim o declarou e se ausentou da sala, interveio aceitando o pedido de contactar a Fábrica do Inglês S.A. para que seja dado resposta ao solicitado.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Factura de € 425 646,99 por consumo de água!!!

O PSD encontrou a forma de resolver o "buracão" das finanças camarárias.

Pretende cobrar a quantia de € 425 646,99 a uma Senhora residente em Armação de Pêra.

Leram bem, trata-se de uma factura exigindo o pagamento de € 425 646,99.