terça-feira, 2 de julho de 2013

Pois bem. Chegou o momento da verdade. Que os responsáveis se preparem para assumir as suas responsabilidades.

Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Arquivado o processo Viga d ´Ouro … por prescrição.

Sosseguem os espíritos mais sensíveis, não irei traumatizá-los com mais revelações ou tomadas de posição sobre o assunto.
Aliás, falar do processo Viga d ´Ouro é desenterrar algo que nunca existiu.
Sejamos coerentes e sinceros.
Nunca em momento algum, escrevi seja o que fosse sobre eventuais prejuízos sofridos pela Autarquia.
Nunca apresentei requerimentos, atrás de requerimentos ao Ministério Público de Silves, à Polícia Judiciária, ou ao próprio Exmº. Sr. Procurador Geral da República.
Nada fiz, nem me desloquei a Lisboa para esse fim.
Como também, nenhuma proposta foi apresentada e aprovada por unanimidade na Câmara Municipal para que “os serviços apurassem, quantificassem e reunissem evidencias, com carácter urgente dos prejuízos que possam ter havido para a Autarquia no processo denominado “Viga D’Ouro”.
Não existe nenhuma Acção Judicial intentada pelo BES em 2010, exigindo o pagamento de uma quantia a rondar um milhão e meio de euros que diariamente vence juros. Quantia essa que, por ser devida, não tem que ser paga. E, se alguma vez o for, quanto mais tarde melhor…
Nem existem outras Entidades bancárias, na situação do factoring/ cessão de créditos que, a qualquer momento podem seguir-lhe o exemplo, por não lhes assistir tal Direito…
O que vos disseram, o que se escreveu sobre o facto das seguintes Entidades bancárias serem credoras, é falso:
- Caixa Leasing e Factoring - Instituição Financeira de Crédito, SA no valor de € 987.517,81
- Banco Comercial Português, SA no valor de € 557.387,37
- Banco Comercial Português, SA no valor de € 614.270,66
- Banco Comercial Português, SA no valor de € 903.835,99
- Caixa Leasing e Factoring - Instituição Financeira de Crédito, SA no valor de € 897.711,02
Nada disto existiu no âmbito do famigerado processo que de ouro nada teve, e se desfez antes de o ser.
Nem os técnicos da Autarquia, alguma vez se pronunciaram sobre o facto das
“… As facturas apresentarem 9 horas diárias de aluguer de equipamento e de mão-de-obra sabendo-se que o horário de trabalho dos funcionários da autarquia é de 7 horas diárias sem recurso a horas extraordinárias (não autorizadas para o efeito)…
Os materiais colocados em obra não têm a devida correspondência com as necessidades reais de obra. Na generalidade das obras o material fornecido supera largamente a necessidade para as realizar…” 

Nem nunca solicitei que se averiguasse se alguém procurou evitar a figura de contrato público, e se em seu lugar se enveredou pelo ajusto directo com o desdobramento dos pagamentos por várias facturas e em diferentes momentos, com prejuízo para Autarquia.
Ou questionei quem escolheu as obras, decidiu o seu início, mandou proceder aos actos de mediação, autorizou os pagamentos, se estes estavam condimentados, se seguiram o procedimento habitual na contabilidade … e se existem outras empresas que estarão na mesma situação da Sociedade Viga D´Ouro.
Nada fiz, nem a algum lado se chegou.
A única certeza que temos é o recente arquivamento do processo em que estavam acusados a Srª. Presidente da Câmara Municipal e dois Vereadores da altura.
O argumento usado, foi a prescrição.
Dito por outras palavras, passou o tempo para investigação apurar e imputar responsabilidades.
Nada mais.

Prejuízos? Quais prejuízos ?

Quinta-feira, 31 de Março de 2011

Viga D’Ouro – Proposta para apuramento de prejuízos aprovada por unanimidade na Câmara.


No sentido de se apurar atempadamente os prejuízos sofridos pela Autarquia no processo conhecido por “Viga D’Ouro”, em nome da Vereação Socialista propus e foi aprovado por unanimidade que:
“os serviços apurem, quantifiquem e reúnam evidencias, com carácter urgente dos prejuízos que possam ter havido para a Autarquia no processo denominado “Viga D’Ouro”.
Sugiro uma leitura ao texto da proposta.

Em defesa do interesse da Câmara Municipal?

Quinta-feira, 3 de Maio de 2012

A pedido da Vereação Socialista realiza-se no próximo dia 07 de Maio, pelas 17h00,uma reunião extraordinária da Câmara Municipal, com a seguinte ordem de trabalho:

1- Análise do Processo Viga Douro face ao Arquivamento. 2- Medidas judiciais e/ou outras a serem tomadas na defesa do Interesse da Autarquia. Os Srs. Advogados da Sociedade PLMJ estarão presentes.

Importa recordar para todos termos a noção do que irei divulgar.

Segunda-feira, 27 de Junho de 2011

Viga D’Ouro – O Vice Presidente ficou encarregue de proceder ao apuramento dos prejuízos.

Por ser de interesse público, e uma vez que não são publicadas as actas, decidi relatar o que aí foi dito na passada reunião camarária sobre a Viga D´Ouro.
Resumidamente, permita-se-me reter as seguintes linhas mestras:

1-Nada foi feito a seguir ao relatório de 2007, elaborado pelos técnicos da Câmara Municipal que apontava para a contratação de uma “empresa credenciada para elaboração do relatório final dos prejuízos”.
2- Entende a Srª. Presidente que cabe ao Tribunal fazê-lo.
O que, salvo melhor opinião, é um absurdo e tal nunca irá acontecer. O Tribunal julga em função dos documentos que são levados ao processo que é um universo mas fechado, e apenas vale o que lá está.
3- Não posso permitir que a Câmara Municipal não exija em Tribunal, a reparação do seu prejuízo, alegando que, para esse efeito não tem os documentos nem o estudo necessários. Claro está, se o Inquérito acabar com a acusação de Arguidos.
4. Parece-me que deverá ser escolhido um Advogado da Autarquia diferente dos dos Arguidos. Nem contemplo outro cenário.
5. Como a Srª. Presidente está impedida de o fazer, caberá ao seu Vice Presidente a tarefa de apurar atempadamente os prejuízos sofridos pela Autarquia.

Dito isto, desejo-vos uma boa leitura do que se segue.
Vereador Fernando Serpa – Uma das conclusões do relatório diz que “deverá ser aferido todo o levantamento de campo, execução de sondagens aleatórias e contratada empresa credenciada para elaboração do relatório final dos prejuízos”.
Passado todo este tempo, perguntava se foi contratada empresa para apurar o prejuízo sofrido pela Câmara Municipal?
Sra. Presidente – Os nossos Advogados entenderam que deveria ser o próprio Tribunal a definir qual a empresa a fazer e não a Câmara Municipal, porque os resultados poderão ser postos em duvida se a empresa for encomendada pela Câmara Municipal.
Assim é mais transparente ser o próprio Tribunal a identificar essa empresa idónea.
Vereador Fernando Serpa – Não podemos aceitar essa explicação porque é importante apurar no presente no momento qual o prejuízo da Câmara Municipal porque verificando-se tal prejuízo, a Câmara Municipal terá que apresentar o seu pedido de indemnização.
Isto tem que ser feito atempadamente antes da conclusão do inquérito judicial em curso.
Sendo assim, quando a Presidente da Câmara Municipal de Silves fala em nossos Advogados, são os da Câmara Municipal ou da Presidente?
Sra. Presidente – Da Câmara Municipal. Foi sempre um assunto da Câmara Municipal.
Vereador Fernando Serpa – Recomendava que falasse com os Srs. Advogados da PLMJ que não podem ser ao mesmo tempo Advogados da Câmara Municipal e da Sra. Presidente.
Poderá haver um conflito de interesses: se eles chegarem a essa conclusão, terá que haver neste processo um Advogado que represente a Câmara Municipal e outro Advogado que represente a Presidente ou qualquer outro Vereador.
Sra. Presidente – Não foi feito um pedido a uma empresa privada porque foi entendido que se deverá aguardar pela decisão do tribunal e que deverá ser o próprio tribunal face à entrega de toda a documentação inerente ao levantamento feito à Câmara Municipal que deverá de decidir qual a empresa que o deveria fazer.
Na sequencia da questão colocada pelo Fernando Serpa. A questão é que caso a Câmara Municipal entenda fazer de imediato, a duvida que se me põe é encomendado um levantamento ao empreiteiro Viga D’Ouro, poderia haver discrepância com o que foi feito pela Câmara Municipal, e depois seria o Tribunal que iria indicar qual a empresa que deveria fazer.
Vereador Fernando Serpa – Acho que o Tribunal não vai pedir nada, apenas vai julgar em função dos documentos apresentados.
Por outro lado, parece-nos que devia ter sido dado seguimento à conclusão final referida no relatório dos técnicos da Câmara Municipal em 27/07/2007.
A questão é outra. Havendo acusação no processo crime, terá que ser feito um pedido de indemnização sustentado num relatório de prejuízos. Por isso é importante, que o executivo permanente, mais na pessoa da Rogério Pinto prepare desde já um dossier com a elaboração dos prejuízos de forma, se for o caso, ser apresentado ao advogado que representar a Câmara Municipal, neste processo.
Logo a responsabilidade inteira do que for ou não necessário, e uma vez que a Srª. Presidente não se pode pronunciar sobre isto, é da responsabilidade do Vice Presidente que melhor do que ninguém saberá faze-lo e nos irá apresentar o mais breve possível o relatório dos prejuízos e atempadamente, uma vez que nas informações que a Presidente nos deu, o inquérito judicial está em fase de conclusão.

Fantasma da Viga d´Ouro paira sobre a Câmara Municipal de Silves

Domingo, 6 de Fevereiro de 2011

Viga D'Ouro- Não descansarei enquanto não se descobrir toda a Verdade. Não serei o único seguramente ....


Para melhor enquadramento do meu requerimento, importa recuperar, a este propósito, o que deixei registado, em acta, no já longínquo ano de 2006.
Acta de 24-04-2006:
O Dr. Fernando Serpa interveio dizendo que o ora pretendido é saber quais os critérios da escolha deste ou daquele empreiteiro. Face à grande concentração de crédito em poucos empreiteiros o que se pretende saber é se esse ou aquele empreiteiro ganhou a obra por concurso público ou por ajuste directo.
A Exma. Sr.ª Presidente esclareceu que é o valor da obra que determina a escolha de concurso público ou convite a três ou a cinco empreiteiros de acordo com a lei das empreitadas e não um outro critério qualquer.
O Dr. Fernando Serpa questionou novamente se, as obras adjudicadas, o foram por ajuste directo ou por concurso.
A Exma. Sr. Presidente esclareceu novamente de acordo com o anteriormente referido e acrescentou que alguns empreiteiros concorrem ou porque são da zona ou porque têm estaleiros por perto, o que lhes permite fazer um preço melhor.
O vereador Dr. Fernando Serpa declarou não estar satisfeito com a resposta mas que a respeitava”.



Como no ano de 2008:
Acta de 17-06-2008

Fernando Serpa” Sugiro que seja averiguado o acompanhamento político das obras, pagamentos e suas autorizações, bem como aspecto para nós importante, a situação de reposição de materiais para as obras municipais que não tiveram concurso nem enquadramento técnico. Neste tocante quem autorizou a reposição, fundamente a mesma e a que obra se destinou. Finalmente, importa apresentar as datas de todos os pagamentos feitos e se os mesmos seguiram o percurso normal ou, se houve alguma possível urgência nos pagamentos

Acta de 08-07-2008, a propósito de uma Auditoria que custou cerca de € 50 000, da responsabilidade da PLMJ
O vereador Dr. Fernando Serpa interveio declarando que “desde sempre votei contra esta auditoria devido ao seu objecto. A auditoria não surge do nada. Vem no seguimento da instauração de processo disciplinar em que não houve responsabilidade política na decisão uma vez que os instrutores não podiam emitir juízos sobre actos políticos. .. As questões essenciais ficaram sem resposta: a vossa auditoria está delimitada pelo próprio objecto: ficaram de fora as questões financeiras. Pergunto: os senhores cingiram-se à lista dos contratos que vos foi entregue? Os desdobramentos de facturação destes contratos não foram tocados?”
O Dr. Paulo Moura Marques respondeu elucidando que “a documentação relativa à Viga d’Ouro, está em segredo de justiça e como tal, uma auditoria sobre ela não podia ser feita, nem por nós nem por ninguém, porque está à guarda judicial
”…

Do exposto decorre que até ao presente, ainda não se encontrou resposta, nem aparentemente se procurou saber se se pretendeu evitar a utilização da figura de contrato, e se em seu lugar se enveredou pelo ajusto directo com o desdobramento dos pagamentos por várias facturas e em diferentes momentos, de forma a evitar o concurso público, com prejuízo para Autarquia,
Ou dito de outro modo, ainda não me esclareceram quem escolheu as obras, decidiu o seu início, mandou proceder aos actos de mediação, autorizou os pagamentos, se estes estavam condimentados, se seguiram o procedimento habitual na contabilidade … e se existem outras empresas que estarão na mesma situação da Sociedade Viga D´Ouro.
Ora, tendo havido uma sucessão temporária na titularidade da competência,entre duas Pessoas, permita-se- me que defenda a não limitação temporária das averiguações até ao momento em que o Dr. José Paulo de Sousa cessou as suas funções de Vereador.
Pois, tudo, mas mesmo tudo, tem que ficar esclarecido.
Daí, o teor do meu requerimento que servirá de fundamentação a uma nova exposição ao Exmº. Senhor Procurador da República, face á evolução que o Inquérito Judicial conheceu, com a constituição de dois Ex-Vereadores, como Arguidos

quinta-feira, 27 de junho de 2013

José Pedro Soares nomeado Administrador do Porto de Sines

http://www.publico.pt/portugal/jornal/gestao-do-porto-de-sines-substituida-com-aval-da-cresap-26742955
Quero desejar ao meu  colega, Presidente da Comissão Política do PSD Silves os melhores votos de sucesso nesta sua nova actividade.
Os Adminsitradores propostos pelo Governo, foram aprovados na Segunda Feira pela Comissão de Recrutamento e Selcção para a Adminsitração Pública ( CRESAP).
A equipa é composta "por João Franco, Presidente que transita da anterior equipa de gestão, sendo os lugares de vogais ocupados por Eduardo Ramos Bandeira que já era quadro da Empresa, e José Pedro Soares.
"http://www.imprensaregional.com.pt/terra_ruiva/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czo0OiIyMzg2IjtzOjk6ImlkX3NlY2NhbyI7Tjt9

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Discurso do Candidato do PS à Câmara Municipal de Silves


Minhas amigas, meus Amigos:

Em primeiro lugar gostaria de deixar aqui um profundo agradecimento a todos aqueles que se disponibilizaram para integrar as listas do Partido Socialista para o concelho de Silves nas eleições autárquicas de 29 de Setembro de 2013.
Queria também aproveitar esta oportunidade para felicitar todos os seus familiares mais próximos, reconhecendo antecipadamente o importante papel que terão no decurso da campanha autárquica, como garante da estabilidade emocional, imprescindível para quem se envolve neste tipo de projetos.
Uma palavra de reconhecimento também para aqueles que por várias razões não integram as listas do Partido Socialista, mas que desde a primeira hora manifestaram o seu apoio e disponibilidade para estar ao nosso lado nesta caminhada, que todos desejamos triunfal.
Contamos com todos vós. Podem contar connosco.
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As próximas eleições autárquicas vão ser realizadas no meio de uma crise profunda, onde o futuro é de incerteza e preocupação para todos os portugueses e onde a única certeza é o aumento do desemprego e a diminuição do rendimento disponível das famílias, empresas e instituições.
Neste cenário de crescentes restrições financeiras e de escassez de recursos, a actividade do poder local não se compadece com irresponsabilidade, com gestão de ciclos políticos, nem com interesses privados que hipotecam o futuro de novas gerações no nosso concelho.
Estas eleições autárquicas, são por isso mais do que um simples ato eleitoral, são um desafio à competência, à capacidade de empreender uma visão de futuro, à missão de servir.
A falta de recursos, sendo um constrangimento para o poder local, deve ser também uma oportunidade para repensar a função autárquica.
A política autárquica é muito mais do que fazer obras, ou realizar eventos avulsos, é definir estratégias, envolver pessoas e instituições, perceber quais são os seus anseios e aspirações e trabalhar em prol do bem comum e da qualidade de vida das pessoas e não em função de interesses pessoais.
A existência de programas, construídos para ganhar eleições, baseados em propostas eleitoralistas e inexequíveis, têm afastado os cidadãos da política.
Nós queremos inverter esta tendência.
É por isso fundamental ouvir as pessoas, construindo mecanismos de envolvimento e estímulo à sua participação e com elas construir o futuro.
Connosco o movimento associativo será sempre um parceiro participativo, reconhecendo o importante papel que desenvolve na vida social, cultural e desportiva das populações.
Por uma maior participação cívica.
Por uma cidadania ativa.
O nosso desejo é o de implicar todos os cidadãos, enquanto agentes participativos com capacidade para transformar o concelho de Silves num verdadeiro projeto coletivo.
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Caros amigos e amigas.
Os candidatos do Partido Socialista apresentam-se às próximas eleições autárquicas, com confiança, mas ao mesmo tempo conscientes da árdua tarefa que nos espera.
Durante vinte anos, o concelho de Silves foi governado sem qualquer estratégia definida, gerido de uma forma populista, que serviu para ganhar eleições, mas que contribuiu para que hoje Silves seja dos concelhos do Algarve onde a qualidade de vida é mais baixa.
Segundo um estudo académico realizado em 2012, Silves era o 13º concelho do Algarve, (em 16 concelhos) relativamente ao nível da Qualidade de Vida (Bem Estar) das populações.
Por outro lado, uma gestão egocêntrica e pouco transparente, conduziu a autarquia a uma situação financeira preocupante, da qual não se conhece sequer a sua dimensão, pois todos os dias aparecem indícios de que novas surpresas vêm a caminho.
A autarquia é hoje uma instituição à deriva, sem rumo, sem liderança, desesperadamente à espera de comando.
Estamos preocupados.
 Mas acreditamos na competência, empenhamento, capacidade de trabalho, sentido de responsabilidade dos Trabalhadores da Câmara e  nossa .
O exercício do poder público deve em nosso entender estar sujeito a valores éticos, evitando a promiscuidade, a corrupção e o clientelismo.
O modelo de gestão municipal que propomos aos nossos Munícipes é por isso um compromisso com valores: os valores da transparência, da equidade e da eficiência, pois acreditamos que só com confiança e justiça será possível fazer bem feito.
O nosso projeto é desde logo uma mudança de paradigma, uma visão integrada e pluridisciplinar da gestão pública local, que passa pela introdução de uma estratégia, onde a escolha pública e a gestão permitirão uma racionalidade administrativa assente em conceitos de economia, legalidade, eficiência e eficácia.
O nosso projeto propõe por isso uma profunda mudança de política de forma a tornar a gestão do nosso município, mais solidária e empenhada na solução dos problemas que afligem os Munícipes.
A política autárquica não pode ser feita de promessas, mas assente numa estratégia que integre o económico com o social e o ambiental, envolvendo as pessoas, as empresas e as instituições.
Serão criados mecanismos que assegurem uma intervenção efectiva dos Munícipes na tomada de decisões da nossa vida comunitária.
O programa autárquico do Partido Socialista pretende ser um projeto estruturante, pensado para as pessoas, e resultado de um trabalho profundo de reflexão sobre os problemas e desafios que se colocam ao nosso concelho.
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Caros amigos e amigas.
O projeto do Partido Socialista para o concelho de Silves, assenta em três pilares fundamentais:
O primeiro pilar do nosso projeto têm a ver com o conceito de serviço público.
As autarquias têm que estar ao serviço de todos, serem colaborantes com as pessoas e as instituições, privilegiando a justiça e a coesão social.
 As autarquias só têm razão de existir se forem capazes de responder às necessidades das populações e desta forma contribuírem para o aumento da sua qualidade de vida.
É por isso fundamental promover uma cultura política de proximidade, que vá muito para além do ato eleitoral permitindo que as opções sejam tomadas fora dos gabinetes, e de acordo com as reais necessidades das populações.
Nós queremos uma gestão com as pessoas e para as pessoas.
Mas a responsabilidade das autarquias não pode ser apenas dirigida para o exterior, para nós é fundamental que as pessoas que trabalham na instituição se sintam felizes e seguras no seu posto de trabalho.
 Nenhuma organização consegue atingir os seus propósitos, se os seus trabalhadores não estiverem motivados.
O seu empenho e dedicação são indispensáveis para que o nosso projeto possa atingir os objetivos que todos nós desejamos.
Connosco, a preservação dos postos de trabalho e a criação de condições dignas para o seu desenvolvimento são princípios dos quais não abdicamos.
Durante vinte anos, enquanto vereador na oposição, sempre estive ao lado dos trabalhadores da autarquia e por diversas vezes lutei para que alguns deles mantivessem os seus postos de trabalho, como foi o caso recente da renovação de contratos a termo certo. 
Não são apenas palavras, são factos.
Minhas Amigas e mesu Amigos, para nós os trabalhadores, têm nome, rosto, família, não são apenas números.

O segundo pilar do nosso projeto, têm a ver com a necessidade de controlar e equilibrar as contas da autarquia.
Qualquer instituição só é sustentável se tiver uma gestão financeira equilibrada, que permita ter uma estratégia e desenvolver políticas e investimentos de acordo com os seus objetivos.
Organização e rigor na utilização dos recursos financeiros são fundamentais para que se possa tomar opções estratégicas, sem hipotecar o futuro.
Connosco, a governação será rigorosa, equilibrada, transparente e responsável.
O terceiro pilar do nosso projeto é, em nosso entender, crucial para o futuro do nosso concelho.
 Como já anteriormente referi, a gestão autárquica não pode estar dependente de ciclos eleitorais, nem assente em obras e eventos avulsos que apenas contribuem para enaltecer o ego dos governantes, ou favorecer interesses privados ou cooperativos.
O futuro passa por uma visão estratégica e integrante para o concelho, envolvendo as pessoas e as instituições e onde o espírito de serviço público seja a base para o estabelecimento de compromissos, capazes de promover um desenvolvimento sustentável.
A grave situação económica e social do país é uma realidade da qual nenhuma instituição pública se pode alhear. A conjuntura em que se vive torna ainda mais prioritária uma política orientada para as pessoas.
Queremos um modelo de comunidade mais justa e solidária, onde os valores morais, éticos e sociais estejam permanentemente presentes.
Connosco a Ação Social será uma prioridade.
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Porque temos um património histórico de excelência, porque preservamos a nossa identidade cultural, porque somos parte da região mais turística do país, consideramos ser imprescindível a aposta em sectores como o Turismo, a Cultura e o Património.
Uma aposta que têm de ser estratégica, assente numa matriz histórica e cultural, e envolvendo todos aqueles que direta ou indiretamente intervêm nestas áreas, de forma a potenciar todos os nossos recursos.
Silves não pode continuar a ser apenas um local de passagem para o turismo que nos visita. Turistas que entram na Cidade apressados  e saiem a correr.
Como também desconhecem a nossa oferta nas restantes Freguesias.
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Mas a nossa aposta não se esgota obviamente nestes setores.
Porque temos um projeto que queremos sustentável e direcionado para o futuro, a nossa aposta passa também pelo apoio à criatividade e ao empreendederismo, e pela promoção dos produtos tradicionais.
Connosco a marca Silves será uma aposta estratégica na valorização dos produtos tradicionais,
Haverá uma politica virada para as empresas do Concelho, de forma a que possamos contribuir para estancar o desemprego galopante que nos assola.
Assumo perante todos. Dentro do quadro legal, primeiro estamos nós. Primeiros estão as nossas Empresas, as nossas Famílias.
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Caros amigos e amigas.
Os próximos meses, é tempo de combate político.
Todos nós temos que estar empenhados.
Empenhados em divulgar as nossas ideias, as nossas propostas, o nosso projeto.
A campanha do Partido Socialista vai ser uma campanha construtiva, no respeito pelos valores éticos e pelos princípios da democracia.
Queremos envolver e informar as pessoas.
Não contem connosco para guerras pessoais, discursos ofensivos ou atitudes difamatórias.
A nossa postura durante toda a pré-campanha e campanha será sempre de respeito para com os nossos adversários.
Também aqui queremos ser diferentes.
Combatemos políticas, ideologias, não pessoas.
Queremos diferenciarmo-nos pela competência, pela confiança, pelo projeto. 
Porque todos sentimos que é necessário mudar.
Porque acreditamos ter uma equipa de pessoas com princípios, competentes e responsáveis,
Temos CONFIANÇA NA MUDANÇA
Muito obrigado a todos.
Contamos com o vosso apoio, podem contar connosco.
Viva o PARTIDO SOCIALISTA

Viva o Concelho de Silves.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Revisão do Plano Directo Municipal (RPDM) seguiu para a Comissão de Acompanhamento.

Num momento em que somos confrontados com o flagelo do desemprego, ninguém pode alhear-se do combate. Afastar-se, e esperar que tudo aconteça por intervenção divina, ou quiçá pelo esforço dos outros, é um erro, ou mesmo cobardia.
Todos somos chamados a intervir e seremos julgados em função da responsabilidade que cada um de nós tem, na caminhada colectiva.
 Os Vereadores Socialistas Dra. Lurdes Cristóvão, Arq. Marco Pereira e eu próprio, pensamos que demos um pequeno contributo para o desenvolvimento do nosso Concelho ao termos apresentado propostas que enriqueceram a Revisão do PDM em curso.
Não alcançamos tudo o que pretendíamos, mas, importa dizê-lo, conseguimos convencer o Executivo Permanente da bondade da maioria dos nossos argumentos que foram levados à Revisão, pelo que com o nosso voto permitimos o envio desta para a Comissão de acompanhamento.
Chamo a atenção para o facto da proposta de Revisão não ser definitiva, nem irreversível, podendo ser alterada posteriormente, com os contributos dos interessados.

Nada se inviabilizou, nada se comprometeu, permitiu-se a caminhada do documento.