Foi-se … ou nem sequer chegou a ser.
Mas isso fica para amanhã ...
quinta-feira, 29 de março de 2012
Nova superfície comercial na Cidade de Silves
Assumo ser contra e tudo farei para que tal não se concretize.
Levei o assunto à passada reunião camarária e gostei de ouvir a Sra. Presidente da Câmara dizer que comungava das minhas preocupações.
A ver vamos.
Apenas estranhei que tenha dito que desconhecia o assunto…
É pá!!!
Ninguém do Executivo Permanente estava ao corrente de um projecto desta natutreza ?!!
Acredita quem quiser.
Aqui fica uma pequena nota dos últimos suspiros desta vereação.
Levei o assunto à passada reunião camarária e gostei de ouvir a Sra. Presidente da Câmara dizer que comungava das minhas preocupações.
A ver vamos.
Apenas estranhei que tenha dito que desconhecia o assunto…
É pá!!!
Ninguém do Executivo Permanente estava ao corrente de um projecto desta natutreza ?!!
Acredita quem quiser.
Aqui fica uma pequena nota dos últimos suspiros desta vereação.
Central de Lamas em Messines
Ainda não será desta.
Bem sei que para os seus defensores, já tudo devia estar resolvido, de forma a permitir a fantática entrega de cerca de € 300 000 de compensação, pelo tratamento das lamas, de todo o Algarve e arredores, mas terão de esperar mais algum tempo.
Não contem comigo para facilitismos.
Pretendo conhecer o acesso dos veículos pesados a tão indesejável projecto, e já agora se o mesmo está efectivamente assegurado, porque isto de promessas,ou de boas vontades está o inferno cheio.
Como não havia resposta, o processo foi retirado da ordem de trabalhos da passada reunião camarária.
Bem sei que para os seus defensores, já tudo devia estar resolvido, de forma a permitir a fantática entrega de cerca de € 300 000 de compensação, pelo tratamento das lamas, de todo o Algarve e arredores, mas terão de esperar mais algum tempo.
Não contem comigo para facilitismos.
Pretendo conhecer o acesso dos veículos pesados a tão indesejável projecto, e já agora se o mesmo está efectivamente assegurado, porque isto de promessas,ou de boas vontades está o inferno cheio.
Como não havia resposta, o processo foi retirado da ordem de trabalhos da passada reunião camarária.
Celas - Importa resolver a situação do Edificio do antigo Matadouro
Na passada reunião camarária, a Vereação Socialista solicitou ao Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves que esclarecesse se ainda mantém interesse no projecto que foi pensado e executado para animar e promover a nossa herança histórica.

Estará assim a Câmara Municipal em condições de deliberar sobre tão importante tema, votando a proposta que, em nome da Vereação Socialista apresentei em 09-11-2011,e que a Dra. Rosa Palma se associou.
Proposta essa que recupero no presente


Estará assim a Câmara Municipal em condições de deliberar sobre tão importante tema, votando a proposta que, em nome da Vereação Socialista apresentei em 09-11-2011,e que a Dra. Rosa Palma se associou.
Proposta essa que recupero no presente

Proposta criação de taxa Protecção Civil
terça-feira, 27 de março de 2012
Ministro da Economia na reabertura dos supermercados Alisuper
Ora, aqui está uma boa notícia.
"Há todo um compromisso de saneamento financeiro do anterior passivo, de acordo com plano de viabilidade aprovado em Tribunal, por parte do Grupo Nogueira, incluindo a divida dos trabalhadores ao BPN, que a assumiram numa tentativa de salvar a anterior empresa".
Sugiro uma leitura do Jornal Barlavento.
"Há todo um compromisso de saneamento financeiro do anterior passivo, de acordo com plano de viabilidade aprovado em Tribunal, por parte do Grupo Nogueira, incluindo a divida dos trabalhadores ao BPN, que a assumiram numa tentativa de salvar a anterior empresa".
Sugiro uma leitura do Jornal Barlavento.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Taxa Municipal de Protecção Civil
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de São Bartolomeu de Messines deslocou-se à reunião camarária publica da passada Quarta-Feira para defender a criação de uma taxa municipal de protecção civil, que permitirá responder à situação difícil que atravessa, face à escassez de receitas que tornaram quase impossível honrar os compromisso anteriormente assumidos.
Como o problema é extensivo a outra Associação de Bombeiros do Concelho, informei os presentes que a Vereação Socialista tinha decidido apoiar tão urgente, necessária e imprescindível medida.
Ainda mais no momento conturbado que vivemos.
Importa assim assegurar a estabilidade do corpo de Bombeiros, única forma de acorrer às necessidades das populações, principalmente das mais carenciadas.
Aliás, são esses quem mais precisam dessa ajuda.
Mas atenção,
A taxa a ser criada de € 1 mensal por cada consumidor de água deve destinar-se exclusivamente ao fim a que se destina e não visar o financiamento da Autarquia.
Ou seja, deverá garantir as especificidades e a operacionalidade das duas Associações de Bombeiros.
Para que não haja dúvida, nem tentações por parte de quem ainda manda na Câmara Municipal, acrescentarei que, para nós, a aplicação de tal taxa, não implica a eliminação do apoio que a Autarquia concede presentemente aos Bombeiros.
Não se tire com uma mão o que se dá com a outra.
São estes aspectos que irão enquadrar a proposta que levaremos à próxima reunião camarária.
É certo que ainda estamos a tempo, mas o urge criar meios e condições para que as duas Associações possam enfrentar o que aí pode vir, em resultado da seca que se faz sentir.
Como o problema é extensivo a outra Associação de Bombeiros do Concelho, informei os presentes que a Vereação Socialista tinha decidido apoiar tão urgente, necessária e imprescindível medida.
Ainda mais no momento conturbado que vivemos.
Importa assim assegurar a estabilidade do corpo de Bombeiros, única forma de acorrer às necessidades das populações, principalmente das mais carenciadas.
Aliás, são esses quem mais precisam dessa ajuda.
Mas atenção,
A taxa a ser criada de € 1 mensal por cada consumidor de água deve destinar-se exclusivamente ao fim a que se destina e não visar o financiamento da Autarquia.
Ou seja, deverá garantir as especificidades e a operacionalidade das duas Associações de Bombeiros.
Para que não haja dúvida, nem tentações por parte de quem ainda manda na Câmara Municipal, acrescentarei que, para nós, a aplicação de tal taxa, não implica a eliminação do apoio que a Autarquia concede presentemente aos Bombeiros.
Não se tire com uma mão o que se dá com a outra.
São estes aspectos que irão enquadrar a proposta que levaremos à próxima reunião camarária.
É certo que ainda estamos a tempo, mas o urge criar meios e condições para que as duas Associações possam enfrentar o que aí pode vir, em resultado da seca que se faz sentir.
domingo, 18 de março de 2012
Era uma vez em Silves. Parte III
A pedido de várias famílias, e para todos aqueles que como eu, têm dificuldades em aceitar esta istória de bóiis e lédies, passo a identificar o nosso Príncipe encantado.
Trata-se do nosso Primeiro, aquele que jurou a sete céus e mais alguns que não iria cometer os pecados que apontava ao seu antecessor.
Fez pior.
Não aprendeu com os erros dos outros, e duma assentada, vem em socorro de quatro magníficos Presidentes de Câmaras, entre eles a nossa querida dama, e zás, sem que se deiam conta, estão à frente de empresas públicas, tudo por terem dado provas de boa gestão, e elevada capacidade na defesa do bem público.
Para os saudosos, ou para aqueles que sofrem, pedia-lhes contenção nas lágrimas, a dama está indigitada para a Algar.
Está reformada, por isso precisa de uma decisão superior do Príncipe encantado.
Passo a identificar o nosso Príncipe encantado.
Trata-se do nosso Primeiro, aquele que jurou a sete céus e mais alguns que não iria cometer os pecados que apontava ao seu antecessor.
Fez pior.
Não aprendeu com os erros dos outros, e duma assentada, vem em socorro de quatro magníficos Presidentes de Câmaras, entre eles a nossa querida dama, e zás, sem que se deiam conta, estão à frente de empresas públicas, tudo por terem dado provas de boa gestão, e elevada capacidade na defesa do bem público.
Para os saudosos, ou para aqueles que sofrem, pedia-lhes contenção nas lágrimas, a dama está indigitada para a Algar ( recolha de resíduos sólidos)
É o destino!!!
Está reformada, por isso precisa de uma decisão superior do seu Príncipe encantado.
Trata-se do nosso Primeiro, aquele que jurou a sete céus e mais alguns que não iria cometer os pecados que apontava ao seu antecessor.
Fez pior.
Não aprendeu com os erros dos outros, e duma assentada, vem em socorro de quatro magníficos Presidentes de Câmaras, entre eles a nossa querida dama, e zás, sem que se deiam conta, estão à frente de empresas públicas, tudo por terem dado provas de boa gestão, e elevada capacidade na defesa do bem público.
Para os saudosos, ou para aqueles que sofrem, pedia-lhes contenção nas lágrimas, a dama está indigitada para a Algar.
Está reformada, por isso precisa de uma decisão superior do Príncipe encantado.
Passo a identificar o nosso Príncipe encantado.
Trata-se do nosso Primeiro, aquele que jurou a sete céus e mais alguns que não iria cometer os pecados que apontava ao seu antecessor.
Fez pior.
Não aprendeu com os erros dos outros, e duma assentada, vem em socorro de quatro magníficos Presidentes de Câmaras, entre eles a nossa querida dama, e zás, sem que se deiam conta, estão à frente de empresas públicas, tudo por terem dado provas de boa gestão, e elevada capacidade na defesa do bem público.
Para os saudosos, ou para aqueles que sofrem, pedia-lhes contenção nas lágrimas, a dama está indigitada para a Algar ( recolha de resíduos sólidos)
É o destino!!!
Está reformada, por isso precisa de uma decisão superior do seu Príncipe encantado.
sábado, 17 de março de 2012
Central Lamas em Messines, se depender de mim, nunca.
Bem sei que já houve manifestação de boas vindas por parte da Junta e Assembleia de Freguesia, a tão perturbante projecto.
Mas confesso e assumo as minhas responsabilidades de que tudo farei para impedir a instalação do projecto em Messines, enquanto não estiver completamente convencido da sua bondade e importância para o desenvolvimento da Terra.
Posso estar vencido à partida, por ser o único a remar contra a enxurrada das lamas que se avizinha, vinda de todos os lados, mas continuarei a dar luta.
Se voltei a empatar o assunto na passada reunião camarária? Não.
Questionei alguns aspectos que para mim são essenciais, que ora partilho convosco:
-A identificação das características dos materiais exteriores da estrutura, nomeadamente se a aplicação é feita com base no vidro ou no plástico.
- Solicitar à ADP Energias se já está assegurado a passagem de viaturas por um local que não conflitua com a população, sendo esta a conditio sine quo non para permitir que a Autarquia se pronuncie sobre projecto.
Mas confesso e assumo as minhas responsabilidades de que tudo farei para impedir a instalação do projecto em Messines, enquanto não estiver completamente convencido da sua bondade e importância para o desenvolvimento da Terra.
Posso estar vencido à partida, por ser o único a remar contra a enxurrada das lamas que se avizinha, vinda de todos os lados, mas continuarei a dar luta.
Se voltei a empatar o assunto na passada reunião camarária? Não.
Questionei alguns aspectos que para mim são essenciais, que ora partilho convosco:
-A identificação das características dos materiais exteriores da estrutura, nomeadamente se a aplicação é feita com base no vidro ou no plástico.
- Solicitar à ADP Energias se já está assegurado a passagem de viaturas por um local que não conflitua com a população, sendo esta a conditio sine quo non para permitir que a Autarquia se pronuncie sobre projecto.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Era uma vez em Silves. Parte I
No universo dos eleitos, alguém ansiava por sair.
Lá chegar era uma meta. Para onde?
Pouco importava, desde que se fechasse o ciclo e assim, não fosse perseguida pelos fantasmas do passado. Com isso se contava.
A resposta foi célere. O sim fez-se ouvir.
Sussurrou-se a notícia ao ouvido de quem assumiria a despesa pelos pecados cometidos, e zás, respirou-se de alívio. A poucos dias de distância, estava a terra prometida, não a desejada, mas a possível.
A data foi agendada para o primeiro de Abril.
Alguns respiraram de alívio, por o caminho lhes ter sido aberto, permitindo a ascensão na carreira, nem que fosse por alguns meses.
Outros choraram, mergulhando a saudade num desespero inconsolável, confrontados que foram com um regresso antecipado às origens.
Os restantes nem se deram conta do que se passara.
Era um vez…
Mas tudo se esfumou.
A maldição do primeiro de Abril, voltou a fazer das suas. O que fora assumido como certeza, evaporou-se num mar de incertezas.
Quem festejou antes do tempo, arrependeu-se. E, ficou no seu lugar, sem ter compreendido que a sua ascensão se esgotara antes de o ser.
Saboreou o doce veneno de alguns bajolamentos antecipados, mas por aí se ficou.
Quem queria abandonar o barco, rompendo os compromissos assumidos com a populaça, regressou sem ter saído.
Moral da história: ou já não se tem idade para sair e assim mais vale ficar, ou por tudo ter que ser gratuito, não interessa sair.
E, por aqui me fico, boa noite.
Lá chegar era uma meta. Para onde?
Pouco importava, desde que se fechasse o ciclo e assim, não fosse perseguida pelos fantasmas do passado. Com isso se contava.
A resposta foi célere. O sim fez-se ouvir.
Sussurrou-se a notícia ao ouvido de quem assumiria a despesa pelos pecados cometidos, e zás, respirou-se de alívio. A poucos dias de distância, estava a terra prometida, não a desejada, mas a possível.
A data foi agendada para o primeiro de Abril.
Alguns respiraram de alívio, por o caminho lhes ter sido aberto, permitindo a ascensão na carreira, nem que fosse por alguns meses.
Outros choraram, mergulhando a saudade num desespero inconsolável, confrontados que foram com um regresso antecipado às origens.
Os restantes nem se deram conta do que se passara.
Era um vez…
Mas tudo se esfumou.
A maldição do primeiro de Abril, voltou a fazer das suas. O que fora assumido como certeza, evaporou-se num mar de incertezas.
Quem festejou antes do tempo, arrependeu-se. E, ficou no seu lugar, sem ter compreendido que a sua ascensão se esgotara antes de o ser.
Saboreou o doce veneno de alguns bajolamentos antecipados, mas por aí se ficou.
Quem queria abandonar o barco, rompendo os compromissos assumidos com a populaça, regressou sem ter saído.
Moral da história: ou já não se tem idade para sair e assim mais vale ficar, ou por tudo ter que ser gratuito, não interessa sair.
E, por aqui me fico, boa noite.
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