domingo, 11 de dezembro de 2011

Um conto de Natal passado em Silves no ano de...2011.

Era uma vez … uma Família a quem a sorte da vida não tem sorrido.
Perdera um Filho com cerca de dois anos, assiste impotente á doença rara de uma filha que lhe consome a juventude, debate-se com todo o tipo de pressões e depressões que martiriza o dia-a-dia dos Pais, nesta luta de sobrevivência.
Como se tudo isso não bastasse, eis que a brindaram com a ameaça de despejo da casa que considera sua há mais de quinze anos.
Autêntico e sufocante pesadelo, ainda mais para quem não tem para onde ir, nem possibilidade de recorrer a poupanças inexistentes.
Invocou-se o não cumprimento de uma plano de pagamento de dívida e rendas em atraso.
Motivo mais do que suficiente para ser tomada a decisão de avançar para o despejo.
Pareceres foram dados nesse sentido, defendendo a saída do arrendado.
A decisão estava tomada, por alguns.
Não para mim.
Como já devem ter depreendido, o Senhorio chama-se Câmara Municipal, e tudo tem vindo a passar-se em sucessivas reuniões camarárias.
Fiz, e tudo farei para defender esta Família. Ainda mais quando, me apercebi que as rendas dos últimos cinco anos se encontravam pagas.
Existe sim, uma dívida mas anterior ao ano de 2003.
Mas se assim o é, como aceitar que este assunto seja agendado, e esteja nele aflorado o despejo?
E, logo na quadra natalícia em que nos encontramos?
Pela gravidade da situação, não irei adjectivá-la. É triste e revoltante demais, o que podia acontecer a esta Família.
Apenas informarei que, na passada reunião camarária, em pleno Salão Nobre, os Arrendatários exibiram à Drª. Isabel Soares, os comprovativos do pagamento das rendas, quinando assim o que estava em cima da mesa.
A surpresa foi muita, como se imagina. O que não consigo conceber, nem aceitar…
Fico porém, com a alegria de ter contribuído para o Natal de uma Família que continuará a ter o seu lar.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Câmara Municipal como Pessoa de Bem, deve cumprir o acordado com as Colectividades, e definir datas para o pagamento.




Quem ainda manda na Câmara Municipal está a asfixiar as Colectividades do Concelho ao adiar o pagamento de parte do subsídio orçamentado e contratado que devia ser pago no corrente ano para o próximo. Ou seja, por constar no Orçamento, já não assegura o pagamento.
A Câmara Municipal que, deve ser encarada como Pessoa de bem, sempre cumpridora do acordado, que exige aos Munícipes o cumprimento cego das obrigações, sob pena de cobrança de juros, ou aplicações de coimas, presta assim um péssimo exemplo quando devia ser o modelo.
E, se for sua prática habitual, pior ainda…
Não me revejo na postura que a Autarquia tem vindo a manter com as Colectividades do Concelho.
Aliás, nem aceito a forma como as ditas têm vindo a ser tratadas.
Recuso-me a alinhar no campo de quem as considera parentes pobres, e as encara como devoradoras de fundos públicos, esquecendo o excelente serviço que prestam á População.
A esses, sugeria que contabilizassem as senhas de presença, as ajudas de custo, ou o trabalho extraordinários dos responsáveis das Colectividades que ficam por pagar.
Sem dúvida que tem de haver critérios. As actividades têm e devem ser filtradas numa hierarquização de prioridades em que fique assegurada a plena igualdade de acesso e tratamento de toda elas.
É indiscutível, imprescindível e inegociável que assim o seja.
Mas quando tal não acontece, algo vai mal. Uns serem tratados como Filhos, outros remetidos à condição de afilhados, à luz do clubismo político-partidário é inaceitável.
Uns receberem a tempo e a horas, outros não se sabe quando, é intolerável.
Por isso, defendo que a Autarquia se comprometa com as datas dos pagamentos, protocolando-as que, cumprirá nos mesmos termos em que o faz com outros contratos, designadamente de natureza bancária.
Ainda mais quando, as Colectividades levam tais valores aos seus Orçamentos, e os consideram imprescindíveis.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Será mais uma prova de contenção de despesas?

Última prova do Campeonato Regional de Ralis Sul 2011 terá lugar em Silves, nos dias 3 e 4 de Dezembro.É organizada pelo Clube Automóvel de Portimão...
"esta prova estava prevista para esta cidade mas acabou por ser transferida para Silves, depois de verificada a indisponibilidade da autarquia de Portimão dar o apoio previsto, como afirma a organização.
Assim, tendo o Clube Automóvel de Portimão obtido o apoio da autarquia de Silves, a prova regressa a esta cidade quase uma década depois do último rali ter passado pelas estradas de Silves
", Diz o Jornal " Terra Ruiva".
Queiram clicar na expressão anterior.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A proposta incómoda que, foi novamente apresentada na reunião camarária extraordinária de 16-11-2011, aquando da discussão do IMI.


Quem não tem dinheiro, não pode ter vícios, e com humildade assim deve proceder, controlando as despesas, evitando gastos denecessários.
Mas para quem por lá ainda manda, o preferível é aumentar impostos...
Cumprir deliberações camarárias, mesmo que, aprovadas por unanimidade, não é exegível, nem exequivel, devem pensar, fazendo.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Castelo de Silves à venda para custear Orçamento da Câmara Municipal 2012

Aceitam-se propostas.




Para os mais sensíveis e dados às questões da cultura e do património, aqui fica uma nota tranquilizadora.
É tudo virtual...
Tal como o Orçamento que se avizinha.