Para que conste.
Era uma vez, numa época medieval, não tão longe assim como é costume, alguém no paço senhorial,lembrou-se de divulgar a imagem de um cavaleiro andante, belo moço, trajado a rigor para a posteridade.
Os, e ainda mais as coleccionadores, ficariam satisfeitas e encarregar-se-iam da esperada divulgação, consumindo. Um, de cada vez, naturalmente, para não causar indigestões ou algo ainda pior…
Dito e feito. Pensou, pensou e fez-se luz.
Por que não utilizar a recente descoberta de armazenamento do açúcar em pacotitos, sempre se chegaria a mais gente?
Um achado mesmo, gritou-se nos paços do Concelho, iríamos ser recordados para todo o sempre. Brilhante.
E, assim se fez. Encomendaram-se milhares do dito, paletes para alguns, e quando se preparavam para alimentar á saciedade uma população faminta de sensações fortes adocicadas, eis que aparece o cavaleiro a estragar a festança.
Tinham-se esquecido do homem. Não o convidaram para a festa. Nem se lembraram que o próprio, por constar do pacotito de açúcar, tinha que ser ouvido, e prestar o seu assentimento a quem ainda por aí manda.
È que, já nessa altura , a imagem do interveniente era sagrada e protegida.
Se deu , ou não o acordo, não sei…
O que sei é que, em vésperas da festança, a ideia esfumou-se, e os pacotitos foram retirados do circuito do prazer, com enorme desgosto dos e das coleccionadoras.
Onde param agora, por aí…
Quanto custaram, não sei …
O que aconteceu ao Cavaleiro, voltou á sua vida, seguramente frustrado por não ter ido parar ás mãos de quem aprecia o doce, pois por amarga, já basta a vida...
E, assim, vai a vida nesta pacata Cidade, com muito desperdício á mistura, em que tudo é normal e ninguém se responsabiliza por nada…
Dito isto, o Cavaleiro, tinha razão. A imagem de cada um, pertence-lhe e não pode ser tratada com tanta veleidade. Ou será que, naquelas bandas, tudo é permitido?
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A Administração da Terra Exclusiva S.A. agendou uma reunião de trabalhadores para amanhã, Quinta, pelas 20,30m, nas instalações da Alicoop.
No dia seguinte seguir-se-á a reunião agendada pelo Sindicato
Duas reuniões em dias seguintes...
Duas reuniões em dias seguintes...
domingo, 2 de outubro de 2011
Reunião de Trabalhadores da Alicoop / Alisuper, Macral e Geneco, a realizar-se no próximo dia 7-10-2011, para analisar o novo plano de insolvência.
Tenho recebido alguns pedidos para me pronunciar sobre a actual situação retratada pelo comunicado da Direcção Nacional do sindicato CESP.
Pois bem!
Fiquei seriamente preocupado com o que li.
A ser verdade, contraria frontalmente todas as promessas feitas, prejudica o elo mais fraco numa altura em que o subsidio do desemprego caminha para o seu fim, provoca a caducidade dos contratos individuais de trabalho de todos os trabalhadores, assume 20% dos créditos dos trabalhadores que serão pagos em 40 prestações mensais, sendo a primeira paga 36 meses depois da Assembleia de Credores aprovar o Plano…se nessa altura houver dinheiro, e se a nova empresa ainda existir, dispor de património para o fazer, e não ter entrado em processo de insolvência. O que espero que nunca aconteça...
Merece também honras de destaque, a situação do empréstimo dos trabalhadores contraído junto do BPN.
Diz-se por aí , e consta do comunicado que o novo “ plano propõe que a empresa a constituir ficará a pagar ao BPN a divida contraída pelos trabalhadores para injectar fundos na Aliccoop, via Urbisul, inclusive propõe que haverá a devolução aos trabalhadores de prestações que, entretanto tenham sido pagas por estes, após a declaração de insolvência, ao banco.”
Tudo bem. È o desejo de todos.
Mas já agora, gostaria que alguém me esclarecesse se no dia em que o Plano for aprovado pela Assembleia de Credores, os mutuários que, são os trabalhadores, ficam desobrigados dessa responsabilidade?
Ou dito por outras palavras, constará no novo Plano que, será levado á reunião magna a ser realizada nos primeiros dias do próximo mês de Novembro, uma declaração do BPN nesse sentido?
A pergunta é muito simples e directa. O BPN, com o novo Plano, abdica das garantias prestadas pelos trabalhadores (? ) quando subscreveram individualmente uma quantia a rondar o milhão e setecentos mil euros?
È que, se assim não for, voltamos a alimentar a ilusão de que, a nova empresa honre o acordado, que tenha meios para o fazer, que nunca entre em processo de insolvência…espero que nunca seja o caso.
Por isso, pergunto a quem sabe, que nos esclareça em que momento será esta divida paga ao dito banco?
No dia em que este for aprovado? No dia a seguir? Numa só prestação ou em 40 prestações mensais, verificando-se a primeira em Dezembro de 2014, daqui a 36 meses?!!!
Da solução encontrada para o que deixei escrito, dependerá o futuro de muitas Famílias.
Apelo assim, a que haja bom senso. Solicito que sejam esclarecidos os trabalhadores quanto aos efeitos práticos das decisões que vierem a ser tomadas.
A verdade não tem contornos. A Dignidade, muito menos…
Por isso, irei fazer tudo o que estiver ao meu alcance na defesa dos trabalhadores.
O assunto será assim levado á próxima reunião camarária e proposto nesta, a realização urgente de uma reunião com a Administração do BPN.
Pois bem!
Fiquei seriamente preocupado com o que li.
A ser verdade, contraria frontalmente todas as promessas feitas, prejudica o elo mais fraco numa altura em que o subsidio do desemprego caminha para o seu fim, provoca a caducidade dos contratos individuais de trabalho de todos os trabalhadores, assume 20% dos créditos dos trabalhadores que serão pagos em 40 prestações mensais, sendo a primeira paga 36 meses depois da Assembleia de Credores aprovar o Plano…se nessa altura houver dinheiro, e se a nova empresa ainda existir, dispor de património para o fazer, e não ter entrado em processo de insolvência. O que espero que nunca aconteça...
Merece também honras de destaque, a situação do empréstimo dos trabalhadores contraído junto do BPN.
Diz-se por aí , e consta do comunicado que o novo “ plano propõe que a empresa a constituir ficará a pagar ao BPN a divida contraída pelos trabalhadores para injectar fundos na Aliccoop, via Urbisul, inclusive propõe que haverá a devolução aos trabalhadores de prestações que, entretanto tenham sido pagas por estes, após a declaração de insolvência, ao banco.”
Tudo bem. È o desejo de todos.
Mas já agora, gostaria que alguém me esclarecesse se no dia em que o Plano for aprovado pela Assembleia de Credores, os mutuários que, são os trabalhadores, ficam desobrigados dessa responsabilidade?
Ou dito por outras palavras, constará no novo Plano que, será levado á reunião magna a ser realizada nos primeiros dias do próximo mês de Novembro, uma declaração do BPN nesse sentido?
A pergunta é muito simples e directa. O BPN, com o novo Plano, abdica das garantias prestadas pelos trabalhadores (? ) quando subscreveram individualmente uma quantia a rondar o milhão e setecentos mil euros?
È que, se assim não for, voltamos a alimentar a ilusão de que, a nova empresa honre o acordado, que tenha meios para o fazer, que nunca entre em processo de insolvência…espero que nunca seja o caso.
Por isso, pergunto a quem sabe, que nos esclareça em que momento será esta divida paga ao dito banco?
No dia em que este for aprovado? No dia a seguir? Numa só prestação ou em 40 prestações mensais, verificando-se a primeira em Dezembro de 2014, daqui a 36 meses?!!!
Da solução encontrada para o que deixei escrito, dependerá o futuro de muitas Famílias.
Apelo assim, a que haja bom senso. Solicito que sejam esclarecidos os trabalhadores quanto aos efeitos práticos das decisões que vierem a ser tomadas.
A verdade não tem contornos. A Dignidade, muito menos…
Por isso, irei fazer tudo o que estiver ao meu alcance na defesa dos trabalhadores.
O assunto será assim levado á próxima reunião camarária e proposto nesta, a realização urgente de uma reunião com a Administração do BPN.
sábado, 1 de outubro de 2011
Reforma Administrativa Local.
Meus caros,
Pela sua importância, sugiro uma leitura aos dois documentos que podem ser consultados nos seguintes endereços:
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Documentos/MAAP/Doc_Verde_Ref_Adm_Local_Anexos.pdf
Silves encontra-se retratada na página 83
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Documentos/MAAP/Doc_Verde_Ref_Adm_Local.pdf
Estamos a atravessar um momento histórico. È-nos pedido a nossa participação na análise e na definição do futuro mapa administrativo local.
Uma participação condicionada, claro está. Apenas no âmbito da manutenção ou extinção, entenda-se fusão, de Freguesias.
No tocante á organização politica, tudo se encontra definido. Redução de vereadores e das Chefias na Câmara Municipal.
Sobre estas, refira-se que os Chefes de Departamento acabam.
Por sua vez, os Chefes de Divisão passam de 9 para 3.
O que implicará grandes e profundas alterações na gestão diária da Autarquia.
Pela sua importância, sugiro uma leitura aos dois documentos que podem ser consultados nos seguintes endereços:
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Documentos/MAAP/Doc_Verde_Ref_Adm_Local_Anexos.pdf
Silves encontra-se retratada na página 83
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Documentos/MAAP/Doc_Verde_Ref_Adm_Local.pdf
Estamos a atravessar um momento histórico. È-nos pedido a nossa participação na análise e na definição do futuro mapa administrativo local.
Uma participação condicionada, claro está. Apenas no âmbito da manutenção ou extinção, entenda-se fusão, de Freguesias.
No tocante á organização politica, tudo se encontra definido. Redução de vereadores e das Chefias na Câmara Municipal.
Sobre estas, refira-se que os Chefes de Departamento acabam.
Por sua vez, os Chefes de Divisão passam de 9 para 3.
O que implicará grandes e profundas alterações na gestão diária da Autarquia.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Empreitada de Recuperação do Teatro Gregório Mascarenhas de Silves- Pedido de indemnização.
Triste sina a deste Teatro.
Inaugurado há cerca de seis anos com pompa e circunstância, para ser encerrado logo a seguir.
Vistoriado por diversas vezes, pelas Entidades competentes que, ainda não autorizaram a sua abertura.
Pedido de indemnização do empreiteiro na casa dos oitenta mil euros, o que, em caso de não haver acordo, poderá levar a Câmara a Tribunal e o adiamento na entrega da obra.
Ou a entrega desta, e apresentada á mesma a Acção Judicial pelo empreiteiro, para quem vier a seguir que pague a conta.
O que me parece estar a acontecer.
Ainda mais convencido fiquei com o teor da carta datada de 12-09-2011, em que o empreiteiro voltou a reclamar o pagamento da dita indemnização.
Inaugurado há cerca de seis anos com pompa e circunstância, para ser encerrado logo a seguir.
Vistoriado por diversas vezes, pelas Entidades competentes que, ainda não autorizaram a sua abertura.
Pedido de indemnização do empreiteiro na casa dos oitenta mil euros, o que, em caso de não haver acordo, poderá levar a Câmara a Tribunal e o adiamento na entrega da obra.
Ou a entrega desta, e apresentada á mesma a Acção Judicial pelo empreiteiro, para quem vier a seguir que pague a conta.
O que me parece estar a acontecer.
Ainda mais convencido fiquei com o teor da carta datada de 12-09-2011, em que o empreiteiro voltou a reclamar o pagamento da dita indemnização.
Viga D`Ouro na Caixa Geral de Depósitos.
Sobre este assunto que importa não esquecer, atendendo ao facto de que se trata de uma quantia a rondar os seis /sete milhões que a Câmara Municipal terá de pagar, mais tarde ou mais cedo, voltei a interpelar o Executivo Permanente, pois, não obstante os sucessivos pedidos de esclarecimento, ainda nada nos foi entregue referente aos ofícios de e / para a CGD sobre "a prorrogação do pagamento dos factorigs”.Como a Srª.. Presidente, “ não tem nada para entregar”, propus que” a Autarquia oficie a CGD para nos fazer o ponto da situação em relação á Viga D´Ouro, com a indicação do capital e dos juros”.Tendo havido o compromisso, de tal ser tratado pela Divisão Financeira.
Claro está, para quem ainda manda na Câmara, o apetecível é que tal não ocorra nos próximos dois anos. A ver vamos.
Claro está, para quem ainda manda na Câmara, o apetecível é que tal não ocorra nos próximos dois anos. A ver vamos.
Escola Primária de São Bartolomeu de Messines. Haverá vontade política, ou as prioridades serão outras, por parte quem ainda manda na Câmara?
Reconheço. Tenho dificuldades em compreender o que se está a passar.
Se para todos, é mais do que evidente que a Escola já deveria estar concluída e ao serviço das nossas crianças, como podemos aceitar todo este imbróglio que entrava o seu nascimento.
Na passada Quarta, tive que manifestar a minha profunda preocupação, pelo atraso no arranque da obra, e como já ando nisto há alguns anos, quis saber se “ a Srª. Presidente tem vontade política em fazer a EB de Messines?”.A resposta fala por si. “Estamos a aguardar a aprovação da candidatura…”
“ Aquando da submissão do contrato a visto do Tribunal de Contas, já foi por 3 vezes devolvido, dizendo o Tribunal de Contas que só será dado o visto, após aprovação da candidatura”.
Mas se é assim, se não há candidatura, como se explica a insistência no pedido de visto?
Nada lógico, reconheçamos.
Menos ainda, quando o empreiteiro, decidiu iniciar os trabalhos, com a colocação de um contentor no local da obra, para depois arrepiar caminho, esperando há meses que haja dinheiro. Pois, é disso que falamos.
Para este executivo, a prioridade não é a Escola EB1. Os factos assim o demonstram.
Nunca em momento algum, uma candidatura deste tipo, passou por tal sofrimento. O que me leva a crer que a Verdade será bem diferente, as prioridades deste executivo devem ser outras, prejudicando o nosso futuro colectivo.
Porém, espero que haja ainda bom senso…e tudo seja feito e refeito no sentido de proporcionar ás nossas Crianças, melhores condições de estudo e de convívio.
Se para todos, é mais do que evidente que a Escola já deveria estar concluída e ao serviço das nossas crianças, como podemos aceitar todo este imbróglio que entrava o seu nascimento.
Na passada Quarta, tive que manifestar a minha profunda preocupação, pelo atraso no arranque da obra, e como já ando nisto há alguns anos, quis saber se “ a Srª. Presidente tem vontade política em fazer a EB de Messines?”.A resposta fala por si. “Estamos a aguardar a aprovação da candidatura…”
“ Aquando da submissão do contrato a visto do Tribunal de Contas, já foi por 3 vezes devolvido, dizendo o Tribunal de Contas que só será dado o visto, após aprovação da candidatura”.
Mas se é assim, se não há candidatura, como se explica a insistência no pedido de visto?
Nada lógico, reconheçamos.
Menos ainda, quando o empreiteiro, decidiu iniciar os trabalhos, com a colocação de um contentor no local da obra, para depois arrepiar caminho, esperando há meses que haja dinheiro. Pois, é disso que falamos.
Para este executivo, a prioridade não é a Escola EB1. Os factos assim o demonstram.
Nunca em momento algum, uma candidatura deste tipo, passou por tal sofrimento. O que me leva a crer que a Verdade será bem diferente, as prioridades deste executivo devem ser outras, prejudicando o nosso futuro colectivo.
Porém, espero que haja ainda bom senso…e tudo seja feito e refeito no sentido de proporcionar ás nossas Crianças, melhores condições de estudo e de convívio.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
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