Permita-se-me que, traga novamente ao conhecimento dos Silvenses a grande avalanche que poderá estar a chegar á Autarquia, mais cedo do que se julga.
Será sufocante mesmo.
Condicionará toda a gestão e intervenção da Câmara Municipal.
Espero apenas, que os responsáveis ainda cá estejam para assumir o que vieram (des)fazendo ao longo dos anos que, de momento desconheço quem sejam.
O Tribunal o dirá.
Relembro que, em 2010, o BES apresentou uma Acção Judicial exigindo o pagamento de uma quantia a rondar um milhão e meio de euros que diariamente vence juros. Quantia essa que, por ser devida, tem de ser paga. E, quanto mais tarde pior…
O capital reclamado pelo Besleasing e Factoring, SA é de € 958.293,42
Só que o BES, na situação do factoring/ cessão de créditos não está sozinho.
Outras Entidades bancárias, a qualquer momento podem seguir-lhe o exemplo. Assiste-lhes tal Direito…
Estão também nessa situação as seguintes instituições de crédito:
- Caixa Leasing e Factoring - Instituição Financeira de Crédito, SA no valor de € 987.517,81
- Banco Comercial Português, SA no valor de € 557.387,37
- Banco Comercial Português, SA no valor de € 614.270,66
- Banco Comercial Português, SA no valor de € 903.835,99
- Caixa Leasing e Factoring - Instituição Financeira de Crédito, SA no valor de € 897.711,02
Chamo a atenção para o facto dos juros não estarem contabilizados.
Preocupante, não será?
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Viga D´Ouro-Apuramento de prejuízos feito em 2007 conheceu a luz do dia.
“…permite encontrar uma percentagem média de valorização dos custos que indica uma sobrevalorização em cerca de 500% ou seja, 5 vezes mais o valor normal de mercado…”segundo o que a comissão camarária relatou em 2007.



Não sei o que vos dizer.
Por isso, em nome da Verdade e com a força das palavras que outros utilizaram, passarei de imediato a transcrever as partes mais significativas de um relatório feito em "16 de Julho de 2007" que, desconhecia e que, agora surgido do nada, pretende responder á proposta apresentada pela Vereação Socialista em 30-03-2011, em que “solicitou que os serviços apurassem, quantificassem e reúnissem evidencias, com carácter urgente dos prejuízos que possam ter havido para a Autarquia no processo denominado “Viga D’Ouro”.
Leram bem, responderam-me em 2011, com um relatório de 2007.
Dispenso-me, de momento, dada a gravidade da situação, de tecer comentários. Fá-lo-ei mais tarde.
Segundo, os técnicos da Autarquia, Eng.º José V. Mascarenhas F. Santos, Eng.ª Ana Margarida Aleixo Águas, Eng.º Ricardo José da Conceição Tomé) e Eng.º Nelson António Batista de Sousa:
… As facturas apresentam 9 horas diárias de aluguer de equipamento e de mão-de-obra sabendo-se que o horário de trabalho dos funcionários da autarquia é de 7 horas diárias sem recurso a horas extraordinárias (não autorizadas para o efeito). A fiscalização não pode ser assegurada para um controlo de custos adequados;
… Os materiais colocados em obra não têm a devida correspondência com as necessidades reais de obra. Na generalidade das obras o material fornecido supera largamente a necessidade para as realizar.
Como exemplos, passamos a expor:
Obras do cerro Gordo, remodelação da rede de águas e esgotos – Considerando a vala-tipo, o volume de pó-de-terra e tout-venant fornecido foi de 11 247m3 quando o volume necessário era de 3 858 m3.
Obra em Algoz, remodelação da rede de águas e esgotos – afectos à obra 435 sacos de cimento (17 400 kg) quando na realidade eram necessários 29 sacos (1 015 kg) para a execução de 19 caixas de visita.
Obra na Urbanização de F. Serrão - fornecimento de 536 sacos de cimento (21 440 Kg), na reposição de lancis e caixas de ramal num arruamento com 180 m de comprimento.
…No modelo utilizado, prestação de serviços e fornecimentos, a incidência do IVA é de 21% e no regime de empreitadas de obras a taxa é de 5%.
Para concluírem:
Conclusões da comissão
A análise realizada, podendo sofrer de erro por defeito ou por excesso face aos condicionalismos referentes à recolha de dados, permite encontrar uma percentagem média de valorização dos custos que indica uma sobrevalorização em cerca de 500% ou seja, 5 vezes mais o valor normal de mercado.
Para uma analise mais rigorosa, deverá ser aferido todo o levantamento de campo, execução de sondagens aleatoriamente e contratada empresa credenciada para elaboração de um relatório final.



Não sei o que vos dizer.
Por isso, em nome da Verdade e com a força das palavras que outros utilizaram, passarei de imediato a transcrever as partes mais significativas de um relatório feito em "16 de Julho de 2007" que, desconhecia e que, agora surgido do nada, pretende responder á proposta apresentada pela Vereação Socialista em 30-03-2011, em que “solicitou que os serviços apurassem, quantificassem e reúnissem evidencias, com carácter urgente dos prejuízos que possam ter havido para a Autarquia no processo denominado “Viga D’Ouro”.
Leram bem, responderam-me em 2011, com um relatório de 2007.
Dispenso-me, de momento, dada a gravidade da situação, de tecer comentários. Fá-lo-ei mais tarde.
Segundo, os técnicos da Autarquia, Eng.º José V. Mascarenhas F. Santos, Eng.ª Ana Margarida Aleixo Águas, Eng.º Ricardo José da Conceição Tomé) e Eng.º Nelson António Batista de Sousa:
… As facturas apresentam 9 horas diárias de aluguer de equipamento e de mão-de-obra sabendo-se que o horário de trabalho dos funcionários da autarquia é de 7 horas diárias sem recurso a horas extraordinárias (não autorizadas para o efeito). A fiscalização não pode ser assegurada para um controlo de custos adequados;
… Os materiais colocados em obra não têm a devida correspondência com as necessidades reais de obra. Na generalidade das obras o material fornecido supera largamente a necessidade para as realizar.
Como exemplos, passamos a expor:
Obras do cerro Gordo, remodelação da rede de águas e esgotos – Considerando a vala-tipo, o volume de pó-de-terra e tout-venant fornecido foi de 11 247m3 quando o volume necessário era de 3 858 m3.
Obra em Algoz, remodelação da rede de águas e esgotos – afectos à obra 435 sacos de cimento (17 400 kg) quando na realidade eram necessários 29 sacos (1 015 kg) para a execução de 19 caixas de visita.
Obra na Urbanização de F. Serrão - fornecimento de 536 sacos de cimento (21 440 Kg), na reposição de lancis e caixas de ramal num arruamento com 180 m de comprimento.
…No modelo utilizado, prestação de serviços e fornecimentos, a incidência do IVA é de 21% e no regime de empreitadas de obras a taxa é de 5%.
Para concluírem:
Conclusões da comissão
A análise realizada, podendo sofrer de erro por defeito ou por excesso face aos condicionalismos referentes à recolha de dados, permite encontrar uma percentagem média de valorização dos custos que indica uma sobrevalorização em cerca de 500% ou seja, 5 vezes mais o valor normal de mercado.
Para uma analise mais rigorosa, deverá ser aferido todo o levantamento de campo, execução de sondagens aleatoriamente e contratada empresa credenciada para elaboração de um relatório final.
Viga D´Ouro na perspectiva do prejuízo para a Câmara.
Recupero a proposta que fizemos e que se torna necessário para se compreender o que de seguida publicarei.

No sentido de se apurar atempadamente os prejuízos sofridos pela Autarquia no processo conhecido por “Viga D’Ouro”, em nome da Vereação Socialista propus e foi aprovado por unanimidade que:
“os serviços apurem, quantifiquem e reúnam evidencias, com carácter urgente dos prejuízos que possam ter havido para a Autarquia no processo denominado “Viga D’Ouro”.
Sugiro uma leitura ao texto da proposta.
O relatório dos prejuízos será divulgado na parte da tarde...curiosamente, ou nem tanto assim,datado de ... 2007.
Grave, muito grave mesmo...

No sentido de se apurar atempadamente os prejuízos sofridos pela Autarquia no processo conhecido por “Viga D’Ouro”, em nome da Vereação Socialista propus e foi aprovado por unanimidade que:
“os serviços apurem, quantifiquem e reúnam evidencias, com carácter urgente dos prejuízos que possam ter havido para a Autarquia no processo denominado “Viga D’Ouro”.
Sugiro uma leitura ao texto da proposta.
O relatório dos prejuízos será divulgado na parte da tarde...curiosamente, ou nem tanto assim,datado de ... 2007.
Grave, muito grave mesmo...
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Tribunal de Contas II. Contas de Gerância de 2007
Levei 15 dias a prepara a minha defesa e a da Drª Lisete Romão, pelo que, não apenas o blog,mas toda a minha actividade profissional se ressentiu. Confesso que tenho andado transtornado. Aliás, quando não posso dizer mais, calo-me, ou digo tudo.
Opto pela segunda opção, em nome do Direito que tendes á informação.
Até já...
Opto pela segunda opção, em nome do Direito que tendes á informação.
Até já...
Novo Ciclo para Silves. Um Presidente, um Governo, uma maioria…e uma Presidente da Câmara. A onda está aí, aproveitem-na!!!
O Povo tem sempre razão. Os resultados falam por si e assim mais nada há a dizer, a não ser desejar boa sorte a quem nos irá governar.
Seguramente quem ainda manda na Câmara, irá aproveitar a onda para conseguir o tão desejado desassoreamento do Rio Arade.
Ainda mais que o amigo Bota, eleito Deputado da Nação, se apresenta ministeriável.
A Acção do BES contra a Câmara em que a entidade bancária exige o pagamento de cerca de um milhão e meio de euros, referente a um factoring, conhecerá um desfecho feliz. O mesmo acontecerá com os factorings da CGD que devem rodar os quatro milhões de euros.
Tudo dividas contraídas pela Autarquia no reinado anterior, quando existia a maioria.
A Banca proporcionará condições para financiar a compra da habitação social pelos arrendatários; a herdade do Bom homem seguirá o mesmo caminho.
Voltará á ordem do dia a compra da Fábrica do Tomate, com uma pequena redução do valor antes apregoado de 2 milhões de euros, atendendo á desvalorização imobiliária do presente.
A Autarquia será financiada por novo empréstimo, para pagar o anterior de 15 milhões de euros e as dividas que entretanto se fizeram.
Quem vier a seguir, como aliás o restante que feche a porta, pensar-se-á.
A Fábrica do Inglés será comprada pela Autarquia,. Desculpem, oferecida...
Haverá novo presidente da CCDR, proveniente de Silves… Tudo na maior das facilidades…e com canal aberto ao poder, sem a desculpa de quem já anunciou a sua saída de cena.
E, já agora o que em nada tem a ver com o restante,o processo da Viga d´Ouro conhecerá o seu desenlace a contento de todos.
E, mais não digo, aguardo atentamente...os próximos episódios deste conto encantado que venceu ad eterno a maldição do Bispo.
Seguramente quem ainda manda na Câmara, irá aproveitar a onda para conseguir o tão desejado desassoreamento do Rio Arade.
Ainda mais que o amigo Bota, eleito Deputado da Nação, se apresenta ministeriável.
A Acção do BES contra a Câmara em que a entidade bancária exige o pagamento de cerca de um milhão e meio de euros, referente a um factoring, conhecerá um desfecho feliz. O mesmo acontecerá com os factorings da CGD que devem rodar os quatro milhões de euros.
Tudo dividas contraídas pela Autarquia no reinado anterior, quando existia a maioria.
A Banca proporcionará condições para financiar a compra da habitação social pelos arrendatários; a herdade do Bom homem seguirá o mesmo caminho.
Voltará á ordem do dia a compra da Fábrica do Tomate, com uma pequena redução do valor antes apregoado de 2 milhões de euros, atendendo á desvalorização imobiliária do presente.
A Autarquia será financiada por novo empréstimo, para pagar o anterior de 15 milhões de euros e as dividas que entretanto se fizeram.
Quem vier a seguir, como aliás o restante que feche a porta, pensar-se-á.
A Fábrica do Inglés será comprada pela Autarquia,. Desculpem, oferecida...
Haverá novo presidente da CCDR, proveniente de Silves… Tudo na maior das facilidades…e com canal aberto ao poder, sem a desculpa de quem já anunciou a sua saída de cena.
E, já agora o que em nada tem a ver com o restante,o processo da Viga d´Ouro conhecerá o seu desenlace a contento de todos.
E, mais não digo, aguardo atentamente...os próximos episódios deste conto encantado que venceu ad eterno a maldição do Bispo.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Câmara de Silves com site bloqueado por falta de pagamento.
Lá no fundo uma boa notícia, para quem ainda manda na Câmara. Têm assim desculpa para não publicarem as actas das reuniões camarárias.
Alimentar a ignorância, tem dado resultados...
Vejam a notícia no Terra Ruiva.
Alimentar a ignorância, tem dado resultados...
Vejam a notícia no Terra Ruiva.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Onde é que param a s receitas do Bom Homem, e do património social da Câmara?
Para quem ainda se recorda dos argumentos que utilizei na discussão do Orçamento de 2011, facilmente compreenderá o alcance de 3 perguntas que fiz na passada reunião camarária e que dizem bem do caos a que chegou esta forma de gestão posta em causa pelo Tribunal de Contas.
Propagandeou-se a venda da herdade do Bom Homem por quantia a rondar o milhão de euros;
Alimentou-se a ilusão da venda do património social camarários aos arrendatários por mais de seis milhões de euros;
Aprovou-se em sede de IMI “uma majoração de 30% para os prédios urbanos degradados”;
Pois bem,
Nada se vendeu, nem nada se fez, responderam-me.
O que me deixa seriamente preocupado.
Sem as receitas sonhadas mas com despesas certas, teremos futuro? …
Propagandeou-se a venda da herdade do Bom Homem por quantia a rondar o milhão de euros;
Alimentou-se a ilusão da venda do património social camarários aos arrendatários por mais de seis milhões de euros;
Aprovou-se em sede de IMI “uma majoração de 30% para os prédios urbanos degradados”;
Pois bem,
Nada se vendeu, nem nada se fez, responderam-me.
O que me deixa seriamente preocupado.
Sem as receitas sonhadas mas com despesas certas, teremos futuro? …
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Aliccop-Renasce a esperança .
Realizou-se ontem, dia 26 de Maio, a reunião de empregados da Cooperativa Alicoop tendo em vista a prestação de informações diversas bem como o ponto de situação do cumprimento do Plano de viabilização aprovado em Assembleia de credores do passado mês de Junho de 2010.
Diz quem esteve presente que, o ponto alto da noite se verificou durante a intervenção do presidente da comissão de viabilização Dr. João Saúde, quando referiu, que a Comissão se encontrava a negociar com um potencial comprador das sociedades insolventes que assumiu à partida o pagamento integral dos créditos contraídos pelos funcionários junto do BPN.
No caso de empregados que por motivos pessoais tenham anteriormente pago algumas das prestações, serão também os mesmos ressarcidos desses montantes.
Mais disse que o BPN emitirá na altura própria uma declaração que ilibará o funcionário de qualquer responsabilidade actual ou futura sobre os créditos.
Foi ainda referida a possibilidade de vir a ser efectuado um pagamento a título indemnizatório a cada um dos funcionários, deduzido do montante correspondente ao que for o perdão total da divida aprovado pelos credores em reunião a ser marcada.
Retenha-se ainda o compromisso da Comissão de Viabilização em agendar nova reunião logo que tenha conhecimento da data da reunião de credores para aprovação deste novo plano de negócio.
Excelentes notícias para todos.
Aguardemos então o seu desenrolar e a tão desejada concretização.
Diz quem esteve presente que, o ponto alto da noite se verificou durante a intervenção do presidente da comissão de viabilização Dr. João Saúde, quando referiu, que a Comissão se encontrava a negociar com um potencial comprador das sociedades insolventes que assumiu à partida o pagamento integral dos créditos contraídos pelos funcionários junto do BPN.
No caso de empregados que por motivos pessoais tenham anteriormente pago algumas das prestações, serão também os mesmos ressarcidos desses montantes.
Mais disse que o BPN emitirá na altura própria uma declaração que ilibará o funcionário de qualquer responsabilidade actual ou futura sobre os créditos.
Foi ainda referida a possibilidade de vir a ser efectuado um pagamento a título indemnizatório a cada um dos funcionários, deduzido do montante correspondente ao que for o perdão total da divida aprovado pelos credores em reunião a ser marcada.
Retenha-se ainda o compromisso da Comissão de Viabilização em agendar nova reunião logo que tenha conhecimento da data da reunião de credores para aprovação deste novo plano de negócio.
Excelentes notícias para todos.
Aguardemos então o seu desenrolar e a tão desejada concretização.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Será que o PS teve razão na votação do Orçamento da CMS de 2011?
Dissemos e defendemos, desde o primeiro momento que o orçamento pecava por faltar á verdade.(Agradecia que clicassem na expressão anterior).
Inventaram-se receitas, totalmente descabidas e sem qualquer nexo com a realidade. Venderam-nos a ilusão de que iriam negociar a Herdade do Bom Homem (onde se situava a antiga lixeira do Concelho) por um milhão de euros, ou ainda o património imobiliário aos arrendatários da Câmara por vários milhões de euros.
Pura fantasia.
Alertamos para a falta de transparência no Orçamento.
Chamamos a atenção para o empolamento das receitas. Se, á data de 31 de Dezembro de 2010, a Câmara de Silves tinha arrecadado a quantia de € 32.572.503,20 euros a título de receitas, quando tinha previsto receber € 57.569.773,00, como poderia, no ano de 2011, que se avizinha difícil, com quebra nas receitas, alcançar a verba mágica de € 48.480.000,00?
O orçamento estava escandalosamente sobreavaliado.O orçamento não estava ajustado á realidade das cobranças históricas. Vivíamos num sufocante desequilíbrio financeiro estrutural...dizíamos nós.
Negando a evidência, o Executivo permanente preferia acusar-nos de «irresponsabilidade».
Só que, com o tempo, tudo se sabe, tudo se esclarece.
E,...O Tribunal de Contas não homologou as contas.
Inventaram-se receitas, totalmente descabidas e sem qualquer nexo com a realidade. Venderam-nos a ilusão de que iriam negociar a Herdade do Bom Homem (onde se situava a antiga lixeira do Concelho) por um milhão de euros, ou ainda o património imobiliário aos arrendatários da Câmara por vários milhões de euros.
Pura fantasia.
Alertamos para a falta de transparência no Orçamento.
Chamamos a atenção para o empolamento das receitas. Se, á data de 31 de Dezembro de 2010, a Câmara de Silves tinha arrecadado a quantia de € 32.572.503,20 euros a título de receitas, quando tinha previsto receber € 57.569.773,00, como poderia, no ano de 2011, que se avizinha difícil, com quebra nas receitas, alcançar a verba mágica de € 48.480.000,00?
O orçamento estava escandalosamente sobreavaliado.O orçamento não estava ajustado á realidade das cobranças históricas. Vivíamos num sufocante desequilíbrio financeiro estrutural...dizíamos nós.
Negando a evidência, o Executivo permanente preferia acusar-nos de «irresponsabilidade».
Só que, com o tempo, tudo se sabe, tudo se esclarece.
E,...O Tribunal de Contas não homologou as contas.
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