Para os mais distraídos, gostaria de informar que Portimão realizou há pouco mais de um mês a terceira Feira da Laranja no seu Mercado Municipal.
Segundo a organização, o evento alcançou o sucesso pretendido.
Venderam-se dezenas de tolenadas de laranjas. Os visitantes animaram o comércio local. A Escola de Hotelaria de Portimão preparou e serviu bebidas e receitas culinárias á base da laranja.
Quem organizou, promoveu-se na Comunicação Social com êxito assinalável.
Compreendo (?). Portimão é a “capital da laranja”. Ganhou assim, por mérito próprio o título de maior produtor de citrinos da região. As suas Cooperativas agradecem, os pequenos e grandes produtores regozijam ….
Se isso me preocupa? Se me sinto revoltado? Com certeza que sim.
Ainda mais que a ideia foi nossa. Só que a desperdiçamos.
E, desculpem se firo almas mais sensíveis mas tudo começou em 1985, quando alguém decidiu baptizar a iniciativa por “ Feira do Mundo Rural”. Tinham acabado de ganhar as eleições.
A primeira manchada estava dada. Um erro crasso de estratégia e de marketing, como os anos seguintes se encarregaram de demonstrar…
quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Algoz e Tunes - Prometer é facil, mais ainda se fôr em vesperas de eleições. Depois, logo se vê...

Desejado, prometido e adiado complexo desportivo de Tunes.O cartaz ainda pode ser admirado no local.
Queiram clicar nos documentos que publico.





Local do desejado, prometido e adiado complexo desportivo do Algoz.As verbas que estavam orçamentadas em 2010, foram parar a outro lado. As festarolas assim o determinaram.Outras prioridades, outros caprichos.
A meio do seu longo e invernoso quarto mandato, numa altura excelente para se eximir dos compromissos assumidos para com o eleitorado, vislumbrando-se uma apetecível saída para Deputada da Nação, a Dra. Isabel Soares esquece o que prometeu em Tunes e no Algoz.
Todos se recordam das promessas eleitorais proferidas em tom seguro, sorriso largo, abrilhantado por palavras simpáticas, bem apropriadas e escolhidas ao pormenor. Tudo orquestrado para cair bem no goto dos eleitores.
Consegui, conseguiram os seus propósitos.
Ganharam as duas Juntas e a Câmara Municipal. Fizeram o pleno.Felizes devem ter ficado.Conseguiram.
Os munícipes, uma vez mais acreditaram na concretização de promessas. Viabilizaram com o seu voto o que lhes prometiam com tanta ternura à mistura.
As crianças e os jovens, iriam ter finalmente um espaço para se divertirem. Passariam a praticar o desporto tão indispensável à saúde num espaço seguro e concebido de raiz para o efeito.
Os terrenos estavam escolhidos. Os projectos prontos e o financiamento assegurado, disseram então.
A esperança de várias gerações teria resposta no imediato. Bastava votar.
Fez-se assim grande alarido à sua volta. Vendeu-se, uma vez mais a ilusão.
Num gigantesco cartaz, publicitaram que: “Tunes irá ficar mais bonita, com um pavilhão polidesportivo”. Brilhante!!!
Só que, passados dois anos, perante o silêncio envergonhado das Juntas de Freguesia do Algoz e Tunes, nada está a ser feito. Questão para perguntar, onde param estes autarcas?
Pior ainda, alegando dificuldades financeiras que, reconheço, existem, decidiram pura e simplesmente retirar tais obras das Grandes Opções do Plano do ano 2011.
Obras que são essenciais e indispensáveis, não podem ser remetidas para depois de amanhã que será quando for.
Não pode ser.
É certo que tem de haver e deve escolha nas prioridades. Mas assumir compromissos perante as populações, promover a obra até Dezembro de 2010, para depois a relegar para o rol dos projectos esquecidos, não aceito.
Tanto mais quando, conforme consta no Orçamento de 2011,a Câmara Municipal de Silves se prepara para gastar: € 62,000,00 nas despesas de representação de quem manda na Câmara, € 321.400,00 em comunicações, € 427.010,00 em estudos, pareceres, projectos e consultadoria e € 235.954,00 para a publicidade... e fico-me por aqui para não vos maçar mais.
Por isso sou claro, irei bater-me sua concretização o mais rapidamente possível, não apenas porque o que se promete, é sempre devido.
Sempre!!!
Mas,também e principalmente porque se trata de uma infraestrutura necessária ao crescimento desportivo e social dos nossos Jovens.
Deverão assim os referidos complexos desportivos voltar a integrar a escala das prioridades da Autarquia.Se, não o forem no presente ano, que o sejam no próximo.Pelo que, deverão ser abertas as devidas rubricas e cabimentados as necessárias quantias.
Assumo esse compromisso.
Para que se saiba, o dinheiro que se gastou com as duas festanças de Ópera que fizeram no Castelo, dava um bom empurrão aos dois polidesportivos.
O PSD abraçado á CDU assim não quiseram e quem perdeu foi a população.
Tudo uma questão de prioridade.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Ir á Feira da Laranja a ...Portimão.Mais uma prova de como Silves perdeu com este executivo.
Recomendo a leitura do excelente artigo da Paula Bravo no Jornal " A Terra Ruiva".
Subscrevo.
Subscrevo.
Silves perde importância na gestão deste PSD.
Para a fotografia, no Rio Arade com o beneplácito do Companheiro Mendes Bota,a ensaiar o desassoreamento!!! A dita foi recolhida do Blog Cidadania de Armação de Pêra que não resisto a partilhar convosco.
Reconheço que o desassoreamento do Rio Arade é um projecto estruturante para Silves.
Nisso, estamos todos de acordo. Assegurar a sua concretização, é um objectivo que qualquer Vereação Camarária persegue.
Querer é fácil, difícil é assegurar a sua realização. Ao longo dos anos, muitas promessas foram feitas, muitas eleições ganhas á sua conta. Mas, passados todos estes quatros longos mandatos que o PSD leva de poder na Câmara, nada conseguiu.
Todos sabemos que as oportunidades são raras e não podem ser desperdiçadas, ainda mais se o forem por meros caprichos. Quem altera um projecto, para nele apenas deixar a sua impressão digital, corre o risco de nada alcançar.
Foi o que aconteceu neste caso.
Recordam-se seguramente que no mandato do Presidente José Viola, foi aprovado um projecto de desassoreamento do Rio Arade com os Votos favoráveis da CDU e do PS. Projecto esse que até não foi nada barato.
Passado pouco tempo, já como Presidente, a Drª Isabel Soares alterou a sua filosofia, comprometendo o trabalho desenvolvido até então.Comprometeu o que era possível. Perdeu-se a oportunidade do financiamento…
No presente, com as dificuldades económicas conhecidas e as que estão para vir, avizinha-se um futuro sombrio para o desassoreamento. Ou talvez não.
Na campanha eleitoral que se aproxima, os habituais vendedores de ilusão aparecerão. Poderá até irromper, entre eles, uma Dama de Silves que nos garantirá, que, se for eleita Deputada da Nação, a navegabilidade do Arade até Silves, será uma realidade.
Candidamente, acreditaremos e assim nascerá uma nova era, para os crentes.
Como estou desalinhado com esse clã, resta-me o consolo de ter votado e apoiado um projecto da CDU em que acreditava e acredito. O que aconteceu no longínquo ano de 1998.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Ajudas de custo na Câmara Municipal. Informação prestada pela Secção de Cadastros e Vencimentos


Poderia escrever finalmente, mas não o farei, por não ser o caso.
Compreendam.
Quando, em 14-02-2011, a meu pedido, a Secção de Cadastros e Vencimentos elabora a informação, cujo teor pode ser lido no presente post, e a dita só é entregue á Vereação Socialista, por quem ainda manda na Câmara, um mês depois, ou seja a 16-03-2011.
Quando, a Secção faz o seu trabalho bem feito, como é apanágio das Pessoas que lá estão, referindo que " as ajudas de custo que suscitam dúvidas, quanto ao seu pagamento, foram remetidas á Divisão de assuntos Jurídicos para parecer";
Quando, o Chefe de Gabinete da Srª. Presidente Lhe remete a informação em 16-02-2011,e esta não é completada com o apuramento do que se passa na DAJ;
Quando, existe um grande descontentamento nos Serviços, sobre esta matéria,
Vejo-me na necessidade de perguntar o que se passa?
Qual a razão dos esclarecimentos que solicitei enquanto Vereador não me serem dados atempadamente, e de uma forma precisa e rigorosa?
Por isso, não desarmo...exijo um esclarecimento de tudo, para que tudo seja do conhecimento de todos.
Para mim, não filhos e enteados. Se o funcionário tem Direito, tem.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Empresas que é politicamente necessário salvar, para garantir empregos num determinado momento. Vejam o artigo do Jornal Sol.
Um contributo para se compreender a realidade muito complexa que nos envolve. Queiram clicar neste endereço que me enviaram:Jornal SOL
Pedido de agendamento de processos para apróxima reunião camarária.
Foi requerido pelo meu camarada Mário Maximino o agendamento urgente de três processos, em nada queridos por este Executivo Permanente PSD.
A saber:
1- Teatro Gregório Mascarenhas.
Promessas e mais promessas são sucessivamente proferidas por quem ainda manda na Câmara, sem que se vislumbre solução á vista. O Teatro continua fechado e a deteriorar-se.
Por isso, não contem connosco para viabilizar o pagamento de trabalhos a mais, mesmo que alguém se lembre de os designar por indemnizações ou reparações.
Pelo contrário, iremos exigir responsabilidades pelo arrastar da situação, cujo espaço foi inaugurado imagine-se há cerca de 7 anos.
2- Zona envolvente ao Palácio da Justiça. Um cartão de visita da Cidade que nos envergonha a todos.
Os Silvenses merecem conhecer a razão que tem impedido que o contrato de empreitada ainda não tenha sido denunciado. Será porque se trata do mesmo empreiteiro do Teatro. Esse mesmo que reclama uma indemnização á Câmara de € 83 462, 28?
Será isso?
3- Estacionamento na zona envolvente ás Piscinas Municipais.
Como o empreiteiro é o mesmo, está tudo dito…
A saber:
1- Teatro Gregório Mascarenhas.
Promessas e mais promessas são sucessivamente proferidas por quem ainda manda na Câmara, sem que se vislumbre solução á vista. O Teatro continua fechado e a deteriorar-se.
Por isso, não contem connosco para viabilizar o pagamento de trabalhos a mais, mesmo que alguém se lembre de os designar por indemnizações ou reparações.
Pelo contrário, iremos exigir responsabilidades pelo arrastar da situação, cujo espaço foi inaugurado imagine-se há cerca de 7 anos.
2- Zona envolvente ao Palácio da Justiça. Um cartão de visita da Cidade que nos envergonha a todos.
Os Silvenses merecem conhecer a razão que tem impedido que o contrato de empreitada ainda não tenha sido denunciado. Será porque se trata do mesmo empreiteiro do Teatro. Esse mesmo que reclama uma indemnização á Câmara de € 83 462, 28?
Será isso?
3- Estacionamento na zona envolvente ás Piscinas Municipais.
Como o empreiteiro é o mesmo, está tudo dito…
Inquérito aberto no seguimento das afirmaçôes proferidas na Assembleia Municpal por membros da CDU.
Segundo apurei, o Sr. Presidente da Junta de freguesia de Silves e um fiscal da Autarquia já foram ouvidos pela Instrutora do Inquérito.
Com a serenidade que se impõe, face ao que está em causa, de momento, não irei fazer nenhum comentário.
Aguardo...e preparo-me com a recolha de informações que me vão chegando.
Com a serenidade que se impõe, face ao que está em causa, de momento, não irei fazer nenhum comentário.
Aguardo...e preparo-me com a recolha de informações que me vão chegando.
Feira Medieval 2010 , ainda sem resposta.
Afinal, contrariamente ao que a Presidente da Câmara informou na passada reunião e se comprometeu a trazer á de hoje, o Chefe da Divisão não respondeu ás perguntas que formulei há cerca de quatro meses.
Parto difícil, para um assunto que não tem nada de especial.
Mas se assim é, qual a razão de não me esclarecerem ?
Parto difícil, para um assunto que não tem nada de especial.
Mas se assim é, qual a razão de não me esclarecerem ?
Processo Viga D´Ouro encarado na perpectiva do prejuízo para a Autarquia.
REQUERIMENTO
Nos termos legais, solicita-se à Exma. Sra. Presidente da Câmara cópia dos ofícios enviados pela Câmara Municipal de Silves aos seguintes bancos:
• Banco Espírito Santo
• Banco Comercial Português S.A.
Tudo no âmbito dos pagamentos e acordos referente à Sociedade Viga D’Ouro, factorings dos anos de 2005 e 2006.
Este pedido destina-se a instruir uma exposição que a Vereação Socialista pretende apresentar do Exmo. Senhor procurador da Republica.
O pedido de informação é feito ao abrigo do disposto na alínea s) do n.º 1 do Artigo 68º da Lei 169/99 de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei 5-A/2002 de 11 de Janeiro.
Silves, 02-02-2011
Em nome da Vereação Socialista apresentei este requerimento na primeira reunião do passado mês de Fevereiro que, até ao presente ainda não mereceu resposta,violando os termos da referida Lei.
Quem manda na Câmara,lá terá as suas razões …
Sendo assim, quero perante todos vós assumir as minhas responsabilidades. Sem meias palavras, reafirmo o que sempre disse. Importa saber quem escolheu as obras, decidiu o seu início, mandou proceder aos actos de mediação, autorizou os pagamentos, se estes estavam condimentados, se seguiram o procedimento habitual na contabilidade … e se existem outras empresas que estarão na mesma situação da Sociedade Viga D´Ouro.
Ora, tendo havido uma sucessão temporária na titularidade da competência, entre duas Pessoas, permita-se- me que defenda a não limitação temporária das averiguações até ao momento em que o Dr. José Paulo de Sousa cessou as suas funções de Vereador.
Muito claramente, com este requerimento, pretendo saber se alguns factorings foram, ou não assinados depois da inesperada saída do Vice Presidente da altura. E, essa informação não me pode ser negada.
Por outro lado, para repor a Verdade dos factos, direi que, contrariamente ao que foi dito pela Presidente da Câmara Municipal, a sua deslocação a Lisboa para se reunir com o Exmº. Senhor Procurador da República não foi da sua autoria, mas no seguimento de uma proposta que fiz. E, depois de muita insistência, acrescento.
Não corresponde assim á Verdade o que alega pese embora lá ter as suas razões para o fazer.
Além de que, como se recordam, também lá estive, mas contrariamente ao pretendido, não fui recebido, por a Drª. Isabel Soares não ter requerido a Audiência para duas pessoas.
Finalmente, direi que se e quando houver uma acusação formal, a Autarquia deverá estar presente no processo, constituindo Advogados diferentes dos que patrocinam os Arguidos e avançar com um Pedido de Indemnização Cível pelos prejuízos sofridos, devendo estes ser atempadamente apurados.
Nos termos legais, solicita-se à Exma. Sra. Presidente da Câmara cópia dos ofícios enviados pela Câmara Municipal de Silves aos seguintes bancos:
• Banco Espírito Santo
• Banco Comercial Português S.A.
Tudo no âmbito dos pagamentos e acordos referente à Sociedade Viga D’Ouro, factorings dos anos de 2005 e 2006.
Este pedido destina-se a instruir uma exposição que a Vereação Socialista pretende apresentar do Exmo. Senhor procurador da Republica.
O pedido de informação é feito ao abrigo do disposto na alínea s) do n.º 1 do Artigo 68º da Lei 169/99 de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei 5-A/2002 de 11 de Janeiro.
Silves, 02-02-2011
Em nome da Vereação Socialista apresentei este requerimento na primeira reunião do passado mês de Fevereiro que, até ao presente ainda não mereceu resposta,violando os termos da referida Lei.
Quem manda na Câmara,lá terá as suas razões …
Sendo assim, quero perante todos vós assumir as minhas responsabilidades. Sem meias palavras, reafirmo o que sempre disse. Importa saber quem escolheu as obras, decidiu o seu início, mandou proceder aos actos de mediação, autorizou os pagamentos, se estes estavam condimentados, se seguiram o procedimento habitual na contabilidade … e se existem outras empresas que estarão na mesma situação da Sociedade Viga D´Ouro.
Ora, tendo havido uma sucessão temporária na titularidade da competência, entre duas Pessoas, permita-se- me que defenda a não limitação temporária das averiguações até ao momento em que o Dr. José Paulo de Sousa cessou as suas funções de Vereador.
Muito claramente, com este requerimento, pretendo saber se alguns factorings foram, ou não assinados depois da inesperada saída do Vice Presidente da altura. E, essa informação não me pode ser negada.
Por outro lado, para repor a Verdade dos factos, direi que, contrariamente ao que foi dito pela Presidente da Câmara Municipal, a sua deslocação a Lisboa para se reunir com o Exmº. Senhor Procurador da República não foi da sua autoria, mas no seguimento de uma proposta que fiz. E, depois de muita insistência, acrescento.
Não corresponde assim á Verdade o que alega pese embora lá ter as suas razões para o fazer.
Além de que, como se recordam, também lá estive, mas contrariamente ao pretendido, não fui recebido, por a Drª. Isabel Soares não ter requerido a Audiência para duas pessoas.
Finalmente, direi que se e quando houver uma acusação formal, a Autarquia deverá estar presente no processo, constituindo Advogados diferentes dos que patrocinam os Arguidos e avançar com um Pedido de Indemnização Cível pelos prejuízos sofridos, devendo estes ser atempadamente apurados.
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