quarta-feira, 16 de março de 2011

Feira Medieval 2010 , ainda sem resposta.

Afinal, contrariamente ao que a Presidente da Câmara informou na passada reunião e se comprometeu a trazer á de hoje, o Chefe da Divisão não respondeu ás perguntas que formulei há cerca de quatro meses.
Parto difícil, para um assunto que não tem nada de especial.
Mas se assim é, qual a razão de não me esclarecerem ?

Processo Viga D´Ouro encarado na perpectiva do prejuízo para a Autarquia.

REQUERIMENTO
Nos termos legais, solicita-se à Exma. Sra. Presidente da Câmara cópia dos ofícios enviados pela Câmara Municipal de Silves aos seguintes bancos:
• Banco Espírito Santo
• Banco Comercial Português S.A.
Tudo no âmbito dos pagamentos e acordos referente à Sociedade Viga D’Ouro, factorings dos anos de 2005 e 2006.
Este pedido destina-se a instruir uma exposição que a Vereação Socialista pretende apresentar do Exmo. Senhor procurador da Republica.
O pedido de informação é feito ao abrigo do disposto na alínea s) do n.º 1 do Artigo 68º da Lei 169/99 de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei 5-A/2002 de 11 de Janeiro.
Silves, 02-02-2011


Em nome da Vereação Socialista apresentei este requerimento na primeira reunião do passado mês de Fevereiro que, até ao presente ainda não mereceu resposta,violando os termos da referida Lei.
Quem manda na Câmara,lá terá as suas razões …
Sendo assim, quero perante todos vós assumir as minhas responsabilidades. Sem meias palavras, reafirmo o que sempre disse. Importa saber quem escolheu as obras, decidiu o seu início, mandou proceder aos actos de mediação, autorizou os pagamentos, se estes estavam condimentados, se seguiram o procedimento habitual na contabilidade … e se existem outras empresas que estarão na mesma situação da Sociedade Viga D´Ouro.
Ora, tendo havido uma sucessão temporária na titularidade da competência, entre duas Pessoas, permita-se- me que defenda a não limitação temporária das averiguações até ao momento em que o Dr. José Paulo de Sousa cessou as suas funções de Vereador.
Muito claramente, com este requerimento, pretendo saber se alguns factorings foram, ou não assinados depois da inesperada saída do Vice Presidente da altura. E, essa informação não me pode ser negada.
Por outro lado, para repor a Verdade dos factos, direi que, contrariamente ao que foi dito pela Presidente da Câmara Municipal, a sua deslocação a Lisboa para se reunir com o Exmº. Senhor Procurador da República não foi da sua autoria, mas no seguimento de uma proposta que fiz. E, depois de muita insistência, acrescento.
Não corresponde assim á Verdade o que alega pese embora lá ter as suas razões para o fazer.
Além de que, como se recordam, também lá estive, mas contrariamente ao pretendido, não fui recebido, por a Drª. Isabel Soares não ter requerido a Audiência para duas pessoas.
Finalmente, direi que se e quando houver uma acusação formal, a Autarquia deverá estar presente no processo, constituindo Advogados diferentes dos que patrocinam os Arguidos e avançar com um Pedido de Indemnização Cível pelos prejuízos sofridos, devendo estes ser atempadamente apurados.

Libertado dos compromissos profissionais, que até me impediram de participar na reunião camarária de hoje, irei de imediato retomar a actualidade.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval e Armação de Pêra- O Povo foi proibido de desfilar na Avenida. Nem a Junta, nem a Câmara sabiam da sua existência, diz-se por lá!!!



Sinceramente, adivinhava-se. Algo se passaria este ano com o Carnaval de Armação de Pêra.
Não esperava era que se recuperasse o enredo do tempo da outra senhora, onde tudo era proibido. Onde três pessoas reunidas significava conspiração, e como vulgar levantamento de rancho, premiavam-no com ordem imediata de dispersão.
Os mais velhos recordam-se seguramente.Proibia-se o ajuntamento, as manifestações populares eram controladas…
E, fomos todos avisados pelo membro da bancada do Partido Socialista, a Ana Cristina Santos que, há cerca de 15 dias, na passada reunião da Assembleia Municipal interpelou a vereação Permanente, na pessoa do homem da terra, Dr. Rogério Pinto, sobre a falta de apoio que a Câmara Municipal tinha carreado este ano para o Carnaval.Falta de apoio e desinteresse pela iniciativa.
A resposta surgia rápida e fulminante. Estamos em crise…e nada nos foi pedido. Se o fizessem lá teriam as tabuitas e os pregos habituais.
Em vão.
Inútil a chamada de atenção da Ana Cristina para a necessidade de apoiar uma iniciativa popular que, ano após ano tem trazido Pessoas á Vila, numa época em que mais nada existe e que por tal motivo importa acarinhar e não contribuir para o seu desaparecimento.
Vem tudo isto a propósito do que se passou no Domingo de Carnaval.
A Avenida cheia de Pessoas, á espera da passagem do corso pela Avenida que nunca mais chegava.
Como eu, muitas Pessoas esperaram, e desesperaram … Bastante tempo depois, ficamos a saber que o corso tinha sido barrado pelas Autoridades face á decisão do Presidente da Junta de Freguesia que alegava desconhecimento do mesmo.E, assim,longe das pessoas, lá se retirou, ordeiramente, por ruas secundárias, sem chama e longe da enchente que o aguardava...
Desculpem lá, mas não acredito nessa explicação.
Tanto mais que não é a primeira vez que o evento se realiza. O Presidente da Junta esteve na Assembleia Municipal onde a Ana Cristina Santos falou do assunto, e como tal sabe do que se passa. Não se ausentou nesse momento…que eu saiba.
Há qualquer coisa que não percebo, como também me escapa a ausência do Vereador da Cultura e a do restante Executivo Permanente. Não estiveram presentes, caso contrário teriam intervido. Ou será que por lá passaram e nada fizeram. Pior ainda.
Por mera coincidência, na passada reunião camarária, alertado pelas palavras da minha Colega de Partido, interpelei quem manda na Autarquia.
Em nome da Vereação Socialista, apelei para que não se perdesse o pouco que temos no Concelho. Perante o sentido mais do que desinteressado das palavras ouvidas, aprestamos aí o nosso protesto pelo que se está a passar em Armação de Pêra.

Voto de protesto

Armação de Pêra vive do turismo. É fundamental proporcionar condições para levar mais pessoas à Vila e assim dessa forma dinamizar o comércio local.
É imperativo fazê-lo fora da época alta; criando eventos, e não permitindo que os existentes desapareçam.
Para tanto, a continuidade das actividades é necessária.
A Vereação Socialista não compreende nem aceita que esta Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de A. Pêra não tenham conseguido congregar as condições mínimas para a realização do evento popular que é o Carnaval.
Pelo que, sabendo da sua não realização este ano, não podemos de deixar de apresentar o nosso protesto.
Prejudicando-se assim, com este infeliz desfecho, o comércio local e os Armacenenses.
Ainda mais que, com pouco, muito podia ser feito, se houvesse vontade politica da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Armação de Pêra.

Silves, 02 de Fevereiro de 2011.

Espero que hoje haja bom senso e quem manda nalgum lugar permita que haja Carnaval em Armação de Pêra.
Como também espero e ambiciono que este evento com raízes e tradição sirva de âncora para trazer mais animação á Vila de Armação de Pêra.
Basta querer e quero.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Associação de Socorros Mútuos João de Deus esteve presente na reunião camarária de hoje


Segunda parte da reunião extraordinária convocada pela Vereação Socialista, que já devia ter sido realizada há cerca de 6 meses. Logo após a célebre carta datada de 07-09-2010 a solicitar o apoio da Autarquia.
Quem manda na Câmara assim não entendeu. Perdeu-se tempo e desperdiçou-se energias.
Pois bem, no dia de hoje,todos os presentes se converteram á bondade da pretensão da Associação de Socorros Mútuos João de Deus jurando fidelidade na votação futura. A ver vamos.
O terreno sugerido fica no Serro de São Miguel.
Concordei mas quero conhecer a situação em que se encontra o terreno cedido ao Piaget e que ainda não foi utilizado.Local ideal para a implantação do centro de cuidados continuados.

Alicoop-Alisuper

Tenho sido contactado para voltar ao tema.
Como sei que, muita coisa, no presente, está em jogo, devo ser muito comedido nas palavras.
Assim, limito-me a referir o mais importante. A unidade dos trabalhadores deve ser mantida e assegurar que o IAPPMEI nunca saia da carruagem.
Se tal for conseguido, ganha-se tempo e o tempo neste caso pode ser decisivo.
No que me toca, continuarei empenhado na luta dos ex e actuais trabalhadores, tudo no silêncio dos corredores e na força da escrita.

Ajudas de custo e horas extraordinárias. Trabalhadores da CMS

Quem cala consente, diz o Povo.E, se não for conveniente não se informa. Como é prática deste executivo.
Logo, nada fez.

Orçamento aprovado e trabalhadores na rua.

Em política, não vale tudo, como disse hoje á Presidente da Câmara no período antes da Ordem do dia.
Fui claro. Para que soubessem que não deixarei cair este assunto.
" Relembro á Srª. Presidente que aquando da reunião de 19-01-2011, na presença de alguns trabalhadores, a Drª. Isabel Soares disse que a continuidade dos 57 trabalhadores dependia da aprovação do Orçamento".
Sendo assim, conhecendo-se o que se passou depois," volto a insistir que nos traga a identificação desses trabalhadores, bem como da cópia das cartas remetidas aos mesmos para a sua não continuação ao serviço da Câmara Municipal".
A Presidente prometeu que o faria até ao fim da reunião...mas não cumpriu.
Voltarei ao assunto na próxima reunião.

Feira Medieval 2010 na reunião da CMS de hoje.

Pois é, dizem que está quase mas ainda não responderam ás 8 perguntas que coloquei.
A promessa foi renovada.
Passe o tempo que passar, não esqueço. Para mim a Dignidade de cada um de nós, não tem preço.

Silves. A paciência tem limites.

Em nome da vereação Socialista propus que" os serviços respondessem se é possível iniciar, no imediato ás obras do arranjo paisagístico do Palácio de Justiça e á reparação do estacionamento junto ás Piscinas Municipais.
Caso tal não seja possível, que os serviços prestem a necessária informação no sentido de ser desencadeado o processo de rescisão dos contratos, de forma a que o executivo possa abrir novo concurso para a execução das obras".
Foi aprovado por todos.
Reconheça-se que não podemos continuar assim.
Aliás, não compreendo porque se esperou tanto tempo para agir.
Haverá algo que o impeça?