quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Frente Mar Poente de Armação de Pêra. Mais uma situação preocupante, reveladora da má e desastrosa gestão deste Executivo Permanente PSD. Parte I













Na última reunião camarária, em nome da Vereação Socialista, pospus um voto de louvor, pelo excelente trabalho que os nossos funcionários têm vindo a desempenhar na dita obra. Mais do que merecido, devo acrescentar.
Se nos defrontamos no presente, com uma situação que prefiro não adjectivar, dada a sua enorme gravidade, não é seguramente da sua responsabilidade.
Aliás, têm sistematicamente chamado a atenção do Executivo Permanente para as anomalias detectadas que ainda não permitiram a recepção provisória da obra.
Fico-me, no presente, pelo reconhecimento público desse trabalho. Nosso e de todos.
Amanhã, denunciarei com documentos já em meu poder a gestão política da obra, por parte deste executivo permanente que considerado desastrosa e violadora do interesse público.
Da discussão havida na reunião camarária:
Vereador Fernando Serpa – em relação á Obra da “ Frente mar de Armação de Pêra” quero realçar o excelente trabalho que tem sido desenvolvido pelos nossos funcionários na fiscalização e no acompanhamento da obra e que está reflectido numa parte, seguramente mínima na informação que prestara, porque muito mais fizeram.
Apelava assim, à Srª. Presidente que lhes transmitisse o nosso agradecimento.
Aproveito a oportunidade para propor um voto de louvor pelo trabalho que têm feito...
Por outro lado, havendo necessidade de uma intervenção para “ efeitos de reparação e correcção”, perguntava ao executivo o que pretende fazer para assegurar que estas situações levantadas, e bem pelos nosso fiscais e engenheiros sejam reparadas pelo empreiteiro antes que se pense sequer no pagamento de trabalhos a mais ?
Presidente – não tenho problema em louvar porque o faço à medida em que outras obras estão a decorrer. Penso que estando a decorrer outras obras, isso seria excessivo em relação a esta obra.

" O que me preocupa mais eram os contratos pendentes com mais de 50 funcionários..."

Disse á Lusa a Presidente Drª. Isabel Soares, e reproduzido na edição de hoje do Jornal " A Folha de Domingo".
Deveria agora retratar-se e assumir que utilizou e enganou parte dessas Pessoas.Criou-lhes expectativas que sabia não ser possível concretizar.
O Orçamento foi aprovado e regista-se a preocupação, enxuta desta vez.
Quanto aos Funcionários, alguns já foram decartados, outros dos 57 iniciais, também o serão.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Proposto pelo Vereador Rogério Pinto,foi aprovada a abertura de um processo de averiguações,face ás graves afirmações proferidas pela CDU,

Na recente Assembleia Municipal.

A Dignidade de cada um, não tem preço.
Se houve alguma ilegalidade, os prevaricadores têm de ser conhecidos e punidos.Sem margem para dúvida.
E, o mais rapidamente possível,tanto mais que ao não terem sido identificados, todos estamos envolvidos.
Assumo. Não acredito que algo tenha acontecido. Penso até que as palavras não encontrarão confirmação nos factos.
Os trabalhadores são Pessoas sérias, como também sério é o Presidente da Junta de Silves.Por isso, que se averigúe.
Propus que fosse acautelado a conservação do registo áudio da reunião e que houvesse um cuidado especial na obtenção de conclusões em tempo útil, para que a responsabilidade não prescreva.
Em nome da transparência, propus ainda que a Assembleia Municipal fosse informada da discussão havida hoje na reunião camarária.

"Eu estou solidária com as pessoas", dizia a presidente da Câmara, há cerca de um mês.

Eu estou solidária com as pessoas", diz a presidente da Câmara, Isabel Soares (do PSD), referindo que sem a aprovação do orçamento 57 contratos "não poderão ser renovados".
Recordam-se desta notícia no Jornal Correio da manhã?
Por sua vez o Barlavento online, referia que “ 20 funcionários da Câmara de Silves podem perder emprego já em Fevereiro”. 28 de Janeiro de 2011.
Não sendo aprovado o Orçamento Municipal para 2011, meia centena de pessoas pode ficar sem trabalho devido à impossibilidade de renovação de contrato. Alguns já vivem em situação de carência, porque são os únicos da família a ter um emprego.
…Em causa, segundo a autarca, estão os postos de trabalho de 57 funcionários, que terminam o contrato a termo, das mais diversas áreas como a educação ou a limpeza urbana.

Fui pressionado a votar favoravelmente o orçamento. A decisão que tomei não foi fácil, ainda mais sabendo que a vida familiar de muitas Famílias estava em jogo.Assim, aquando da última versão, estava devidamente mandatado para efectuar e assumir cortes nas despesas, de forma a garantir a passagem do orçamento.
Disse-o e fui acusado de “irresponsabilidade”.
Fui difamado pelo Executivo Permanente por não querer assegurar a continuidade de quem estava contrato a termo certo na Autarquia. Aliás, até utilizaram a comunicação social numa campanha bem orquestrada de desgaste pessoal.
Mobilizaram trabalhadores para que,na reunião camarária de 19 de Janeiro último, pudessem gritar o seu desespero e a Vereação não Permanente ser assim responsabilizada, pelo atraso na aprovação do Orçamento.
Enfrentei a situação. Garanti que iria fazer tudo o que estivesse ao meu alcance para acudir ás suas situações, sem naturalmente desvirtuar os princípios que me nortearam na discussão desse documento.
Reconheço que sofri por conhecer algumas situações pessoais e saber das dificuldades que passam no presente.
Com a aprovação do Orçamento, pensava eu que a situação dos 57 funcionários estivesse resolvida. Nunca pensei ser possível, nem admiti qualquer outra hipótese.
Então, não é que a Presidente da Câmara Municipal, Drª. Isabel Soares enviou cartas, a alguns dos 57 trabalhadores, comunicando-lhes “ o termo de contrato de trabalho a termo certo”, “ sem possibilidade de renovação”.
Leram bem.
Se as palavras conseguirem ter algum sentido, direi que criaram expectativas ás Pessoas, fizeram crer que iriam continuar ao serviço da Autarquia, usaram-nas como joguetes para fins político-partidários… ainda com maior gravidade por já, na altura saberem, que os contratos de trabalho a termo certo não podiam ser renovados.
Mas mesmo assim, venderam a ilusão. Passaram a ideia de que, bastava a aprovação do Orçamento e estaria garantido o emprego.
Desculpem. Tudo isto é vergonhoso.!!!

Com a experiência que vou tendo destas coisas, nunca pensei que tal fosse possível. Que acontecesse com Pessoas desesperadas por um trabalho.Com Famílias que anseiam por estabilidade…
Mas aconteceu.


Palavras, Srª. Presidente, levam-nas o vento. O que fica, são os actos que praticamos.

Associação de Socorros Mútuos João de Deus. PS propõe suspensão da reunião por pretender a presença da Direcção da Colectividade.

Iniciou-se ontem a reunião extraordinária para análise da pretensão da Associação de Socorros Mútuos João de Deus.
Iniciou-se, mas ao fim de 5 minutos, quando fomos informados que a Direcção da Colectividade não tinha sido convidada a estar presente, sugeri e foi aceite que não havia interesse em continuar os trabalhos face a tal ausência.
Haverá assim uma continuidade, esperando que aconteça no inicio da próxima semana.

Ajudas de custo na Câmara Municipal.

Sempre me ensinaram e defendo que quem trabalha tem direito ao respectivo pagamento.
Quem tem direito ás ajudas de custo, deve recebê-las. Quem não tem, e se já recebeu, deve devolver o que indevidamente lhe foi entregue.
Parece-me justo e razoável.
Acontece que, o meu requerimento ainda não obteve resposta. Foi-me dito que está na fase de apuramento. Tudo bem, aguarde-se mais 15 dias para o conhecimento e divulgação do dito.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Estou demasiado transtornado para dar seguimento ao prometido. Pela gravidade e complexidade dos assuntos,penso ser preferível,adiar a sua divulgação.

Por isso, até amanhã...
Com ponderação, bom senso e tranquilidade de Espírito, cá estarei, no cumprimento dos meus Deveres de Vereador, além de que preciso de confrontar pessoalmente a Vereação Permanente.

Haja vergonha!!! Assumam as Vossas responsabilidades, meus Senhores.










O que se vê nas Ruas da Vila de Messines, e um pouco por todo o lado.
A desculpa de que não têm orçamento, já não serve.

Comunicado PS Silves

Comunicado
Queiram clicar para ter acesso ao comunicado.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011