Têm que ser ajudados. Todos nós, na medida das nossas possibilidades e influências, temos o dever de fazer algo.
Nesta Época Natalícia, sugeria que parássemos um pouco, olhássemos para dentro de nós e víssemos o que podemos fazer.Pessoas como nós, com Filhos e compromissos precisam dessa ajuda. Não são números, têm nomes e vivem mesmo ao nosso lado...
Por isso, tudo farei,irei onde for possível para continuar a ajudá-los a sair deste pesadelo.Coragem...
Sugeria uma leitura à notícia do Jornal Correio da Manhã de hoje.
Cliquem ma expressão anterior.
Como já sabem, por proposta minha pedi a intervenção de Vários Dignitários da Nação e de Administradores bancários.
Quero conhecer o enquadramento jurídico em que os empréstimos foram contraídos e porque foram considerados pessoais ou particulares e procurar que o seu beneficiário volte a suportar o respectivo pagamento.
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Todos juntos, poderemos proporcionar aos ex-trabalhadores do Grupo Alicoop e suas Famílias um Santo Natal, e um próspero Ano Novo, sem o pesadelo...
Em nome da Verdade e da Justiça.
Honrando compromissos assumidos, apresentei na reunião camarária de ontem, dia 14 de Dezembro 2010, a proposta que se segue e que mereceu aprovação por unanimidade.
Nunca esqueci, nem esqueço os trabalhadores do Grupo Alicoop/ Alisuper. As suas preocupações são também as minhas. Tudo tenho feito e farei para não frustrar a confiança que em mim depositaram.
Na medida das minhas possibilidades lá estarei, ao seu lado, não apenas por palavras mas com actos concretos e assumidos.
Penso assim que é chegado o momento de levantar formalmente, junto de quem de Direito, “o enquadramento jurídico em que os empréstimos foram contraídos, e qual a razão de terem sido considerados empréstimos pessoais ou particulares”, se serviram para outro fim. Tanto mais que, passado todo este tempo, ninguém o fez.
Daí a proposta que, conforme podem ler, vai directa ao cerne da questão, sem meias palavras.
A deliberação camarária fala por si:
“Deliberar por unanimidade remeter cópia da presente proposta para as Entidades nela constantes para análise das situações aí versadas e solicitar ao IAPMEI que disponibilize os meios necessários de acordo com o plano de recuperação”.
Finalmente, na mesma reunião, mereceu destaque, o agradecimento que a Srª. Presidente da Câmara Municipal e eu próprio fizemos pelo apoio, empenho e dedicação que a Senhora Governadora Civil de Faro tem dado ao presente processo.
Como Silvense, nunca esquecerei o que nos tem feito, e muitas das vezes sozinha.
Proposta apresenta e votada por unanimidade:
“Exma Senhora
Presidente da Câmara Municipal de Silves
Assunto: Pedido de intervenção junto de Entidades Públicas e particulares
Venho por esta forma relembrar mais uma vez a minha grande preocupação relativamente aos cerca de 250 trabalhadores do Grupo Alicoop que subscreveram créditos pessoais no montante de 1.700.000,00 (Um milhão e Setecentos Mil Euros), junto do BPN – Banco Português de Negócios.
O Grupo Alicoop/ Alisuper foi objecto de um processo de Insolvência que deu entrada no Tribunal de Silves. Esse mesmo processo deu posteriormente origem a um Plano de Recuperação o qual se encontra em curso. O mesmo prevê, que após a sua aprovação fosse reiniciado junto do BPN o plano de pagamentos original, o qual foi suspenso na mesma altura em que foi decretada a recuperação do Grupo. Infelizmente, segundo apurei, tal ainda não se verificou. Por esse motivo os trabalhadores são desde essa altura confrontados através das cartas enviadas mensalmente pelo Banco, do agravamento da sua situação pessoal junto dessa instituição uma vez que ao montante das prestações não liquidadas, acrescem os valores dos juros já vencidos.
O que me parece injusto e inaceitável mesmo.
Como é do v/ conhecimento, por proposta minha, desloquei-me com mais dois vereadores permanentes a Lisboa para uma reunião com a Administração do BPN.
No decurso dessa reunião com dois dos seus Administradores, ficou patente, que apesar de reconhecerem a sua complexidade, por não terem acompanhado o dossier desde o seu início, e os respectivos contornos que levaram à atribuição dos créditos pessoais em causa, interpretam o facto de alguns mutuários continuarem a liquidar as prestações solicitadas pelo BPN como confirmação mais do que suficiente de que assumiam essa divida como sendo sua.
Contudo, e salvo o devido respeito, não levaram em linha de conta a razão pela qual tal acontece, já que o não pagamento das prestações solicitadas pelo BPN tem como consequência imediata o registo do incumprimento na central de responsabilidades do Banco de Portugal o que para a grande maioria destas pessoas tem graves consequências no seu dia-a-dia tanto pessoal como profissional afectando também assim as suas famílias.
Aproveito ainda para relembrar que a este registo de incumprimento corresponde a inibição do recurso a qualquer tipo de crédito bancário, seja qual for a sua natureza, pessoal, habitação, automóvel, cartão, a inibição da utilização de cheques, para além dos constrangimentos e inconvenientes a todos aqueles que se encontravam ligados a sociedades comerciais assim como aos conjugues com actividades próprias.
Considero assim, sem a menor dúvida que, estas foram as razões que levaram muitos trabalhadores a cumprir pontualmente o pagamento mensal das prestações, a expensas próprias, apesar das suas dificuldades familiares, ainda para mais num período como o de crise que atravessamos.
É também do meu conhecimento a existência de uma reclamação, por parte de um grupo de trabalhadores junto do Banco de Portugal, que teve lugar em meados de Fevereiro de 2010 colocando em causa a forma processual como o BPN lidou com toda esta operação e referindo especificamente vários procedimentos que consideram pouco usuais em termos daquilo que é a prática bancária em situações similares de concessão do crédito pessoal. Surpreende-me o facto de até hoje não existir qualquer tipo de resposta ao solicitado para além de um memorando datado de 30 de Junho passado dando conta que nessa altura ainda o Banco de Portugal se encontrava em averiguações.
A existência da carta de “Compromisso Irrevogável” entre a Alicoop e o BPN, assim como a assunção do pagamento da divida incluída no “Plano de Insolvência, por parte da Comissão de Credores são só por si motivos mais que suficientes para que este assunto tenho um fim que se deseja rápido e favorável aos trabalhadores.
Ora, existindo acordo entre todos os intervenientes (Administração, Sindicatos, Comissão de credores, Trabalhadores subscritores dos créditos, Estado e outros envolvidos), relativamente à justiça na pretensão do não pagamento desta divida por parte destes funcionários o que impede então de uma vez por todas de se acabar com esta agonia?
As Pessoas, porque é disso que falamos, e nunca nos devíamos esquecer que também têm Família e Filhos para sustentar, encontram-se desempregadas desde 2009 e estão cansadas de todo este processo, pelo que de bom grado prescindem de mais este acréscimo às suas preocupações diárias.
Face ao exposto, solicito mais uma vez o empenhamento de todas as instituições envolvidas no processo para que este problema de grande impacto e gravidade social o qual bastante tem afectado os trabalhadores envolvidos e as suas famílias possa ser resolvido com a maior brevidade. Dado que não são nada animadoras as notícias que circulam acerca de exequibilidade do plano de insolvência do Grupo Alicoop em curso o que ainda produz efeitos mais desmoralizadores em todos os trabalhadores envolvidos, mais urgente se torna resolver esta situação.
Para além de todos os apelos já efectuados ao longo deste processo reafirmo a minha disponibilidade para colaborar nas acções que julgarem necessárias assim como tentar sensibilizar as instituições e departamentos governamentais nomeadamente o IAPMEI para que não volte as costas a todo este processo e procure na medida do possível ajudar a viabilizar esta empresa de carácter regional abrindo assim uma janela de oportunidade para o reatamento do pagamento dos créditos em atraso em junto do BPN.
Deverá assim, ser solicitada a intervenção do Exmº. Senhor Presidente da República, do Exmº. Senhor Presidente da Assembleia da República, do Exmº. Senhor Primeiro Ministro, do Exmº. Senhor Secretário da Economia, da Exmª. Srª. Governadora Civil do Algarve, do Exmº. Senhor Provedor da Justiça, do Exmo. Sr. Mediador do Crédito, Exmo. Administrador do Banco de Portugal, dos Exmºs. Senhores Administradores do BPN, para que sejam tomadas as necessárias e inadiáveis medidas para acudir á situação aflitiva em que se encontram os ex-trabalhadores do Grupo Alisuper/Alicoop, bem como ser analisado o enquadramento jurídico em que os empréstimos foram contraídos, e qual a razão de lhes terem sido considerados “ empréstimos pessoais ou particulares”.
Para o efeito deverá ser enviado a tão ilustres Dignitários da Nação Portuguesa, bem como aos Senhores Administradores dos Bancos acima referidos, uma cópia da presente carta a qual de uma forma embrionária relata o histórico desta situação.
Estou assim convicto de que, em nome da Verdade e da Justiça, todos juntos, poderemos proporcionar aos ex-trabalhadores e suas Famílias um Santo Natal, e um próspero Ano Novo, sem o pesadelo que ultimamente tem atormentado concidadãos nossos.
Silves, 14 de Dezembro de 2010.
Com os meus melhores cumprimentos
Fernando Serpa”,
Honrando compromissos assumidos, apresentei na reunião camarária de ontem, dia 14 de Dezembro 2010, a proposta que se segue e que mereceu aprovação por unanimidade.
Nunca esqueci, nem esqueço os trabalhadores do Grupo Alicoop/ Alisuper. As suas preocupações são também as minhas. Tudo tenho feito e farei para não frustrar a confiança que em mim depositaram.
Na medida das minhas possibilidades lá estarei, ao seu lado, não apenas por palavras mas com actos concretos e assumidos.
Penso assim que é chegado o momento de levantar formalmente, junto de quem de Direito, “o enquadramento jurídico em que os empréstimos foram contraídos, e qual a razão de terem sido considerados empréstimos pessoais ou particulares”, se serviram para outro fim. Tanto mais que, passado todo este tempo, ninguém o fez.
Daí a proposta que, conforme podem ler, vai directa ao cerne da questão, sem meias palavras.
A deliberação camarária fala por si:
“Deliberar por unanimidade remeter cópia da presente proposta para as Entidades nela constantes para análise das situações aí versadas e solicitar ao IAPMEI que disponibilize os meios necessários de acordo com o plano de recuperação”.
Finalmente, na mesma reunião, mereceu destaque, o agradecimento que a Srª. Presidente da Câmara Municipal e eu próprio fizemos pelo apoio, empenho e dedicação que a Senhora Governadora Civil de Faro tem dado ao presente processo.
Como Silvense, nunca esquecerei o que nos tem feito, e muitas das vezes sozinha.
Proposta apresenta e votada por unanimidade:
“Exma Senhora
Presidente da Câmara Municipal de Silves
Assunto: Pedido de intervenção junto de Entidades Públicas e particulares
Venho por esta forma relembrar mais uma vez a minha grande preocupação relativamente aos cerca de 250 trabalhadores do Grupo Alicoop que subscreveram créditos pessoais no montante de 1.700.000,00 (Um milhão e Setecentos Mil Euros), junto do BPN – Banco Português de Negócios.
O Grupo Alicoop/ Alisuper foi objecto de um processo de Insolvência que deu entrada no Tribunal de Silves. Esse mesmo processo deu posteriormente origem a um Plano de Recuperação o qual se encontra em curso. O mesmo prevê, que após a sua aprovação fosse reiniciado junto do BPN o plano de pagamentos original, o qual foi suspenso na mesma altura em que foi decretada a recuperação do Grupo. Infelizmente, segundo apurei, tal ainda não se verificou. Por esse motivo os trabalhadores são desde essa altura confrontados através das cartas enviadas mensalmente pelo Banco, do agravamento da sua situação pessoal junto dessa instituição uma vez que ao montante das prestações não liquidadas, acrescem os valores dos juros já vencidos.
O que me parece injusto e inaceitável mesmo.
Como é do v/ conhecimento, por proposta minha, desloquei-me com mais dois vereadores permanentes a Lisboa para uma reunião com a Administração do BPN.
No decurso dessa reunião com dois dos seus Administradores, ficou patente, que apesar de reconhecerem a sua complexidade, por não terem acompanhado o dossier desde o seu início, e os respectivos contornos que levaram à atribuição dos créditos pessoais em causa, interpretam o facto de alguns mutuários continuarem a liquidar as prestações solicitadas pelo BPN como confirmação mais do que suficiente de que assumiam essa divida como sendo sua.
Contudo, e salvo o devido respeito, não levaram em linha de conta a razão pela qual tal acontece, já que o não pagamento das prestações solicitadas pelo BPN tem como consequência imediata o registo do incumprimento na central de responsabilidades do Banco de Portugal o que para a grande maioria destas pessoas tem graves consequências no seu dia-a-dia tanto pessoal como profissional afectando também assim as suas famílias.
Aproveito ainda para relembrar que a este registo de incumprimento corresponde a inibição do recurso a qualquer tipo de crédito bancário, seja qual for a sua natureza, pessoal, habitação, automóvel, cartão, a inibição da utilização de cheques, para além dos constrangimentos e inconvenientes a todos aqueles que se encontravam ligados a sociedades comerciais assim como aos conjugues com actividades próprias.
Considero assim, sem a menor dúvida que, estas foram as razões que levaram muitos trabalhadores a cumprir pontualmente o pagamento mensal das prestações, a expensas próprias, apesar das suas dificuldades familiares, ainda para mais num período como o de crise que atravessamos.
É também do meu conhecimento a existência de uma reclamação, por parte de um grupo de trabalhadores junto do Banco de Portugal, que teve lugar em meados de Fevereiro de 2010 colocando em causa a forma processual como o BPN lidou com toda esta operação e referindo especificamente vários procedimentos que consideram pouco usuais em termos daquilo que é a prática bancária em situações similares de concessão do crédito pessoal. Surpreende-me o facto de até hoje não existir qualquer tipo de resposta ao solicitado para além de um memorando datado de 30 de Junho passado dando conta que nessa altura ainda o Banco de Portugal se encontrava em averiguações.
A existência da carta de “Compromisso Irrevogável” entre a Alicoop e o BPN, assim como a assunção do pagamento da divida incluída no “Plano de Insolvência, por parte da Comissão de Credores são só por si motivos mais que suficientes para que este assunto tenho um fim que se deseja rápido e favorável aos trabalhadores.
Ora, existindo acordo entre todos os intervenientes (Administração, Sindicatos, Comissão de credores, Trabalhadores subscritores dos créditos, Estado e outros envolvidos), relativamente à justiça na pretensão do não pagamento desta divida por parte destes funcionários o que impede então de uma vez por todas de se acabar com esta agonia?
As Pessoas, porque é disso que falamos, e nunca nos devíamos esquecer que também têm Família e Filhos para sustentar, encontram-se desempregadas desde 2009 e estão cansadas de todo este processo, pelo que de bom grado prescindem de mais este acréscimo às suas preocupações diárias.
Face ao exposto, solicito mais uma vez o empenhamento de todas as instituições envolvidas no processo para que este problema de grande impacto e gravidade social o qual bastante tem afectado os trabalhadores envolvidos e as suas famílias possa ser resolvido com a maior brevidade. Dado que não são nada animadoras as notícias que circulam acerca de exequibilidade do plano de insolvência do Grupo Alicoop em curso o que ainda produz efeitos mais desmoralizadores em todos os trabalhadores envolvidos, mais urgente se torna resolver esta situação.
Para além de todos os apelos já efectuados ao longo deste processo reafirmo a minha disponibilidade para colaborar nas acções que julgarem necessárias assim como tentar sensibilizar as instituições e departamentos governamentais nomeadamente o IAPMEI para que não volte as costas a todo este processo e procure na medida do possível ajudar a viabilizar esta empresa de carácter regional abrindo assim uma janela de oportunidade para o reatamento do pagamento dos créditos em atraso em junto do BPN.
Deverá assim, ser solicitada a intervenção do Exmº. Senhor Presidente da República, do Exmº. Senhor Presidente da Assembleia da República, do Exmº. Senhor Primeiro Ministro, do Exmº. Senhor Secretário da Economia, da Exmª. Srª. Governadora Civil do Algarve, do Exmº. Senhor Provedor da Justiça, do Exmo. Sr. Mediador do Crédito, Exmo. Administrador do Banco de Portugal, dos Exmºs. Senhores Administradores do BPN, para que sejam tomadas as necessárias e inadiáveis medidas para acudir á situação aflitiva em que se encontram os ex-trabalhadores do Grupo Alisuper/Alicoop, bem como ser analisado o enquadramento jurídico em que os empréstimos foram contraídos, e qual a razão de lhes terem sido considerados “ empréstimos pessoais ou particulares”.
Para o efeito deverá ser enviado a tão ilustres Dignitários da Nação Portuguesa, bem como aos Senhores Administradores dos Bancos acima referidos, uma cópia da presente carta a qual de uma forma embrionária relata o histórico desta situação.
Estou assim convicto de que, em nome da Verdade e da Justiça, todos juntos, poderemos proporcionar aos ex-trabalhadores e suas Famílias um Santo Natal, e um próspero Ano Novo, sem o pesadelo que ultimamente tem atormentado concidadãos nossos.
Silves, 14 de Dezembro de 2010.
Com os meus melhores cumprimentos
Fernando Serpa”,
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
E, já agora se a Câmara tivesse comprado a Fábrica do Tomate?
Numa de nostalgia, recupero o post do dia,22 de Maio de 2010
Fábrica do Tomate-Câmara quer comprar o imóvel por um milhã novecentos e quarenta mil euros, € 1 940 000
Para que mais um assunto não passe despercebido,permitem-me que chame a vossa atenção para o ponto 6.17 da Ordem de trabalhos que publiquei.
Quem manda na Câmara volta a insistir na compra da Fábrica do Tomate por € 1 940 000, um milhão e novecentos e quarenta mil euros.
Assunto que deve merecer amplo debate na nossa comunidade...e logo agora num momento de crise.".
Lutei e evitei a compra.
Mas, se tivessemos avançado, onde estariamos agora?
Ou será que em finais de Maio, não era já patente a quebra nas receitas?
Venceu o bom senso. Ainda bem.
Fábrica do Tomate-Câmara quer comprar o imóvel por um milhã novecentos e quarenta mil euros, € 1 940 000
Para que mais um assunto não passe despercebido,permitem-me que chame a vossa atenção para o ponto 6.17 da Ordem de trabalhos que publiquei.
Quem manda na Câmara volta a insistir na compra da Fábrica do Tomate por € 1 940 000, um milhão e novecentos e quarenta mil euros.
Assunto que deve merecer amplo debate na nossa comunidade...e logo agora num momento de crise.".
Lutei e evitei a compra.
Mas, se tivessemos avançado, onde estariamos agora?
Ou será que em finais de Maio, não era já patente a quebra nas receitas?
Venceu o bom senso. Ainda bem.
Ainda se mantém actual, o que escrevi em 25-06-2010. Crise? Diminuição nas transferências para as Juntas? Mas então, se alimentam o despesismo???
Recordam-se do apoio da CDU? E, lá vai mais um exemplo...
"As Damas entendem-se e temos ópera no castelo.
Retomando a ternura de tempos recentes,as Damas de Silves, de braço dado lá decidiram que a Autarquia pode dispôr de uma quantia superior a cem mil euros para os festejos.
Tudo uma questão de prioridades..., desculpem, enganei-me queria dizer de vaidades.Pois,nem todos lá poderão entrar, apenas os VIPs e os convidados da boda.
Ainda, dizem para aí que há crise, que existe quebra nas receitas...
Puro engano."
Ora, aí está mais uma quantia bem inventida.
"As Damas entendem-se e temos ópera no castelo.
Retomando a ternura de tempos recentes,as Damas de Silves, de braço dado lá decidiram que a Autarquia pode dispôr de uma quantia superior a cem mil euros para os festejos.
Tudo uma questão de prioridades..., desculpem, enganei-me queria dizer de vaidades.Pois,nem todos lá poderão entrar, apenas os VIPs e os convidados da boda.
Ainda, dizem para aí que há crise, que existe quebra nas receitas...
Puro engano."
Ora, aí está mais uma quantia bem inventida.
Orçamento da CMS para 2011 não foi aprovado.
Traição na Câmara, ou falta de coerência da CDU.
A istória conta-se em poucas palavras. Enquanto o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines se deslocou á reunião pública camarária de ontem, para reclamar justamente o reforço das transferências, não é que , passados alguns minutos e após a sua saída, a CDU, através da sua representante na Vereação, permitiu o pagamento da quantia de € 240 000 a uma sociedade de Advogados de Lisboa.
Como o dinheiro não é elástico, tal quantia podia e devia ter tido outro destino, por exemplo, distribuído pelas Juntas ou pelas Colectividades, ou por qualquer outra necessidade das populações, mas sempre ficando no Concelho.
Meus Senhores, não se pode querer o mundo e o seu contrário, tudo ao mesmo tempo, digo eu.
A Vereação Socialista votou contra.
Como o dinheiro não é elástico, tal quantia podia e devia ter tido outro destino, por exemplo, distribuído pelas Juntas ou pelas Colectividades, ou por qualquer outra necessidade das populações, mas sempre ficando no Concelho.
Meus Senhores, não se pode querer o mundo e o seu contrário, tudo ao mesmo tempo, digo eu.
A Vereação Socialista votou contra.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
€ 6 387 168,46, com tendência para continuar...assim segue a boa gestão, sem plano de contenção á vista.
"..Não deverá a Srª. Presidente apresentar um plano de pagamentos das dividas contraídas, neste ano de 2010, por forma a situar o prazo de pagamentos da Autarquia nos 90 dias? Perguntamos nós".
Ou estará á espera de novo empréstimo para pagar o anterior e as dívidas presentes.
Ou estará á espera de novo empréstimo para pagar o anterior e as dívidas presentes.
Dívida por Entidade Credora para 2010 que á data de 07-12-2010 já ronda a quantia de € 6 387 168,46. É obra!!!
"... no exercício de 2010, a Câmara já apresenta dividas no montante de 6 milhões de Euros, não obstante, no ano de 2009, ter contraído um empréstimo de 15 milhões de Euros para pagar dívidas anteriores. Significa que a Câmara está a gastar mais do que realmente tem, situação à qual urge por termo..."
domingo, 12 de dezembro de 2010
Uma boa prática de contenção de despesas,
Será seguramente respeitar o momento que atravessamos com sérias dificuldade na captação de receitas e assim reproduzir na Câmara as boas práticas que aplicamos no nosso orçamento familiar.
Mais do que Verdade.
Vem isto a propósito de duas propostas agendadas para a próxima reunião apresentadas, por quem manda na Câmara que, somadas perfazem uma quantia a rondar os TREZENTOS MIL EUROS.
Refiro-me ao Plano de Desenvolvimento Estratégico para o Turismo na Cidade de Silves, integrando a Fábrica do Inglês e o Contrato de Adjudicação de Serviços Jurídicos a uma Sociedade de Advogados de Lisboa.
No seguimento do que já escrevi sobre esta matéria, votarei contra, assim como a restante Vereação Socialista.
Aliás, parece-me até que deverá ser feito um grande esforço para se evitar o recurso a Tribunal, e procurar resolver os processo que já lá estão.Preferível mesmo...
A CDU irá desempatar, a favor ou contra. Sendo certo que estes TREZENTOS MIL EUROS poderão ser melhor utilizados em prol da comunidade, em tantas, tantas necessidades que dispenso de enumerar algumas. È só escolher...e podemos ficar logo em Silves, lá para as bandas do Piaget, no vizinho lamaçal desportivo.
Venha assim daí a coerência…
Mais do que Verdade.
Vem isto a propósito de duas propostas agendadas para a próxima reunião apresentadas, por quem manda na Câmara que, somadas perfazem uma quantia a rondar os TREZENTOS MIL EUROS.
Refiro-me ao Plano de Desenvolvimento Estratégico para o Turismo na Cidade de Silves, integrando a Fábrica do Inglês e o Contrato de Adjudicação de Serviços Jurídicos a uma Sociedade de Advogados de Lisboa.
No seguimento do que já escrevi sobre esta matéria, votarei contra, assim como a restante Vereação Socialista.
Aliás, parece-me até que deverá ser feito um grande esforço para se evitar o recurso a Tribunal, e procurar resolver os processo que já lá estão.Preferível mesmo...
A CDU irá desempatar, a favor ou contra. Sendo certo que estes TREZENTOS MIL EUROS poderão ser melhor utilizados em prol da comunidade, em tantas, tantas necessidades que dispenso de enumerar algumas. È só escolher...e podemos ficar logo em Silves, lá para as bandas do Piaget, no vizinho lamaçal desportivo.
Venha assim daí a coerência…
Orçamento da Câmara Municipal para 2011. Apresentação
O PS Silves divulgou atempadamente as suas linhas de força para o Orçamento de 2011.
Em poucas, palavras, direi que se pretende um Orçamento de rigor, transparente, realista e de contenção nas despesas.
Respeitamos a legitimidade democrática de quem manda na Câmara mas não absorveremos tudo o que de lá vier.
Sem entrar numa análise detalhada, para não me adiantar á discussão propriamente dita, agendada para a próxima Terça, deter-me-ei por alguns instantes e apenas no que se passou na reunião anterior.
Desde logo, merece destaque o esquecimento da participação social, tão apregoado em recente campanha eleitoral. Ainda se lembram, do orçamento participativo. Pois, bem antes de o ser, já era…
Por outro lado, se o Orçamento para 2010, estava inflacionado nos números, o que adianta dizer que houve redução de 10%, 20% no Orçamento, ou qualquer outra percentagem. A premissa inicial por estar errada, vicia todo o raciocínio. Ou, já não será assim? Parece-me lógico, digo eu.
Impõe se em nome dos princípios que acima registei, um maior rigor nos números.
Mas reduzir aonde? Perguntar-se-á. Nos eventos, na publicidade, no interior da Autarquia, e não apenas nas transferências para as Juntas de Freguesia e apoio ás Colectividades, como resulta da proposta do PSD.
Reparem que a nossa proposta de contenção de despesas, votada por unanimidade ainda não conheceu desenvolvimentos, nem foi apresentada á Vereação. Desculpem mas esqueci-me dos cortes na recolha do lixo, como todos sabemos por experiência própria. Para além disso…vou ali e volto já.
Interpelada sobre as transferências para as Juntas, quem manda na Câmara lá respondeu que a sua proposta foi aceite pelos respectivos Presidentes.
Quanto ás Colectividades, apelava que comparassem os valores no post anterior.
Afirmei e defendo uma maior equidade no tratamento destas Entidades que, com poucos recursos, desempenham um papel muito louvável e reconhecido pela nossa comunidade.
Da listagem, o exemplo que mais me chocou foi o do Silves Futebol Club. Não apenas a verba que lhe é destinada mas a falta de insensibilidade em resolver o problema do campo de treinos, onde as nossas crianças persistem em treinar. Inaceitável.
Questionei a atribuição dos valores e a sua revisão.
Propus a continuação da atribuição do subsídio ao CELAS e á Associação de Defesa do Património de Silves que foram retiradas da listagem. Seguramente, em defesa da amiga Associação Al Mouatamid IBN ABBAD. E, assim mistura-se a apolítica com a cultura o que nunca deu bons resultados.
Propus a inclusão da Associação dos Pescadores de Armação de Pêra que, com a nova direcção tem vindo a fazer um excelente trabalho como já pode ser apreciado.
Lembrei que há alguns anos atrás, propus e foi aprovado por unanimidade que a Câmara contribuísse com 20% da verba para projectos construídos com fundos públicos e que, da mesma forma a recuperação da lota de Armação de Pêra, deveria também ser beneficiada, respeitando-se os condicionalismos legais.
Pois bem, nada foi aceite e como tal, também não aceitarei o proposto, assumindo as minhas responsabilidades de Vereador.
A única proposta que mereceu algum eco, prende-se com a deslocação da Classe de Ginástica do Grupo Desportivo do Enxerim á Alemanha, se não me engano no País, nos próximos dias 09 a 15 de Julho de 2011.
São cerca de 40 crianças, algumas delas infelizmente, sem possibilidades financeiras e que a Autarquia deve e tem que apoiar. Tanto mais que representarão Silves num evento internacional.
Em poucas, palavras, direi que se pretende um Orçamento de rigor, transparente, realista e de contenção nas despesas.
Respeitamos a legitimidade democrática de quem manda na Câmara mas não absorveremos tudo o que de lá vier.
Sem entrar numa análise detalhada, para não me adiantar á discussão propriamente dita, agendada para a próxima Terça, deter-me-ei por alguns instantes e apenas no que se passou na reunião anterior.
Desde logo, merece destaque o esquecimento da participação social, tão apregoado em recente campanha eleitoral. Ainda se lembram, do orçamento participativo. Pois, bem antes de o ser, já era…
Por outro lado, se o Orçamento para 2010, estava inflacionado nos números, o que adianta dizer que houve redução de 10%, 20% no Orçamento, ou qualquer outra percentagem. A premissa inicial por estar errada, vicia todo o raciocínio. Ou, já não será assim? Parece-me lógico, digo eu.
Impõe se em nome dos princípios que acima registei, um maior rigor nos números.
Mas reduzir aonde? Perguntar-se-á. Nos eventos, na publicidade, no interior da Autarquia, e não apenas nas transferências para as Juntas de Freguesia e apoio ás Colectividades, como resulta da proposta do PSD.
Reparem que a nossa proposta de contenção de despesas, votada por unanimidade ainda não conheceu desenvolvimentos, nem foi apresentada á Vereação. Desculpem mas esqueci-me dos cortes na recolha do lixo, como todos sabemos por experiência própria. Para além disso…vou ali e volto já.
Interpelada sobre as transferências para as Juntas, quem manda na Câmara lá respondeu que a sua proposta foi aceite pelos respectivos Presidentes.
Quanto ás Colectividades, apelava que comparassem os valores no post anterior.
Afirmei e defendo uma maior equidade no tratamento destas Entidades que, com poucos recursos, desempenham um papel muito louvável e reconhecido pela nossa comunidade.
Da listagem, o exemplo que mais me chocou foi o do Silves Futebol Club. Não apenas a verba que lhe é destinada mas a falta de insensibilidade em resolver o problema do campo de treinos, onde as nossas crianças persistem em treinar. Inaceitável.
Questionei a atribuição dos valores e a sua revisão.
Propus a continuação da atribuição do subsídio ao CELAS e á Associação de Defesa do Património de Silves que foram retiradas da listagem. Seguramente, em defesa da amiga Associação Al Mouatamid IBN ABBAD. E, assim mistura-se a apolítica com a cultura o que nunca deu bons resultados.
Propus a inclusão da Associação dos Pescadores de Armação de Pêra que, com a nova direcção tem vindo a fazer um excelente trabalho como já pode ser apreciado.
Lembrei que há alguns anos atrás, propus e foi aprovado por unanimidade que a Câmara contribuísse com 20% da verba para projectos construídos com fundos públicos e que, da mesma forma a recuperação da lota de Armação de Pêra, deveria também ser beneficiada, respeitando-se os condicionalismos legais.
Pois bem, nada foi aceite e como tal, também não aceitarei o proposto, assumindo as minhas responsabilidades de Vereador.
A única proposta que mereceu algum eco, prende-se com a deslocação da Classe de Ginástica do Grupo Desportivo do Enxerim á Alemanha, se não me engano no País, nos próximos dias 09 a 15 de Julho de 2011.
São cerca de 40 crianças, algumas delas infelizmente, sem possibilidades financeiras e que a Autarquia deve e tem que apoiar. Tanto mais que representarão Silves num evento internacional.
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