segunda-feira, 31 de maio de 2010

Austeridade, haverá contenção de despesas na Câmara de Silves?

"A austeridade está a bater à porta das câmaras municipais. Os níveis de endividamento dos municípios e os cortes nas transferências da administração central obrigam a reduções na despesa que penalizam sobretudo as câmaras de menor dimensão.". Vide Jornal Público de ontem.
Daí que, na próxima reunião, irei propôr que todos os serviços camarários, apresentem um plano de contenção de despesas, como aliás está a ser feito em todo o lugar... menos em Silves, que se saiba.
O que é preocupante, e ainda mais com a acentuada quebra nas receitas fiscais.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Teatro Mascarenhas Gregório- É mesmo Verdade. Vejam com os vossos próprios olhos. Houve inauguração.











Para os mais incredulos aqui fica a prova.
. Para quem tem dificuldade de ver, cliquem nas fotos.
Seguir-se-ão mais.

Armação de Pêra. Passagem pedonal entre o Beco da Fábrica e a Avenida do Rio.

Propus e foi deliberado que não apenas a solução provisória mas também a definitiva fossem objecto de protocolo a ser elaborado pelo Sr. Arquitecto João Matias e a Drª. Dina Baiona, Ilustres Técnicos da Câmara Municipal, que também estiveram presentes no local.
O que pretendo salvaguardar, é que o provisório não passe a definitivo, prejudicando os proprietários confinantes e todos os Armacenenses que por lá passarem.
Logo, tudo muito clarinho, para não haver surpresas quando cá já não estiver…
Só por isto, valeu a deslocação a Armação.

Pêra- Passeio à vista na Rua João de Deus.

Duas Presidências abertas. Duas visitas ao local com o executivo da Junta de Freguesia e nada de anormal se encontrou, nada se fez.
Daí que o resultado conseguido, ou pelo menos projectado, deve encher de orgulho todos aqueles que abraçaram esta luta.
Razão tive quando insisti que a Câmara se deslocasses ao local, acompanhada pelos seus técnicos. Única forma de nos inteirarmos de uma triste realidade que não era perceptível em papel.
Pois, bem, permitam-me dizer que se conseguiu e aliás, refiro, com a imediata colaboração do proprietário do edifício. O passeio irá ser assegurado o que levará á eliminação do pilar ora existente na proximidade do cruzamento.
Assim, se compreende a deliberação que sugeri e foi aprovada: “ deliberar remeter aos serviços técnicos da DGU para análise e informação da implementação do passeio limite Sul/Poente do edifício, com as características aprovadas pela Câmara”.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Alicoop. Antes da Assembleia de Credores

Confesso, será a minha última cartada.
Em desespero de causa, propus que a Câmara Municipal se deslocasse a Lisboa e debatesse directamente com o IAPMEI e o BPN, a continuidade do Grupo e a situação dos empréstimos dos trabalhadores.
As reuniões foram confirmadas para o dia 17 de Junho (Quinta-feira) às 11.00 horas com BPN e às 15.30 com o IAPMEI.
Para esse efeito, nas proximidades dessa deslocação, propus que a Câmara se preparasse, reunindo-se com os Srs. Administradores do Grupo Alicoop e com a Comissão de Trabalhadores.
As devidas e pertinentes perguntas, terão de ser todas feitas nesse dia. Por isso, se me quiseram ajudar, eu agradeço.
Aguardo...

Rádio Algarve- Quem manda na Câmara esqueceu-se...Ou dito de outra forma, prometer é fácil.

Para que todos saibam, e chegue ao conhecimento dos Srs. Directores da Rádio, o processo não foi agendado para esta reunião.
Era urgente, inadiável mesmo, dizia quem manda na Câmara e zás, nada aconteceu.
Questionei, e a resposta recebida foi demolidora, nada se sabia...pensavam que...iam ver... o que é que tinha sido deliberado...
Curioso, não acham?
Propus, assim, a realização de uma reunião na Segunda, último dia do mês, para que fosse tomada a devida decisão. Caso se se revelasse necessário
Aguardo então. Como também espero o comentário do meu Conterrâneo sobre a minha intervenção, em defesa do seu pedido.
Afinal quem é que está ao lado da única rádio do Concelho? Quem é?

Fábrica do Tomate

O assunto será tratado hoje na segunda parte da reunião camarária, pelo que voltarei ao vosso contacto daqui a algumas horas.
Aproveito a oportunidade para informar que ontem, a Vereação fez uma excursão a Pêra, Armação de Pêra e ao Teatro Mascarenhas.
Aproveitei para tirar algumas fotos que serão interessantes de consultar, principalmente as de Silves.
Até já.

Onde pára a equipa maravilha? Já se cansaram?

Do meu Amigo José Vitor, segue uma pequena chamada de atenção que, importa dar a conhecer a todos , é certo, mas aos Messinenses em particular.
Pelos vistos, a Pagã Aliança pifou. Antes de o ser, foi-se...
"Ainda nem passou um ano e assim vai a nossa Freguesia,(S. B. de Messines)
Você sabia que voltamos aos velhos tempos em que para assinar um simples atestado os interessados se deslocam á Caixa Geral de Depósitos para a Sra tesoureira assinar?
Você sabia que em virtude de o Sr Presidente se encontrar em convalescença de uma operação cirúrgica é um funcionário que vai ás oito da manhã distribuir as tarefas ao pessoal do exterior? É mesmo para perguntar, onde pára a super equipe?
Você sabia que quando algum Messinense tem necessidade de levantar entulho de obras é a Junta de Freguesia que levanta esse entulho? Onde está o apoio ás empresas da Freguesia que como muitas neste momento passam por dificuldades?
Você sabe que o famoso apoio social prometido é feito por um funcionário? Onde param as pessoas que se disponibilizaram para dar esse apoio social?
Você sabia que os subsídios ás associações e colectividades estão em atraso? Coisa que nunca havia acontecido!
Na próxima Semana tenho mais noticias.
José Vítor Lourenço"

domingo, 23 de maio de 2010

Fábrica do Tomate. Alguns aspectos a reter.

O tempo passa mais depressa do que se julga.
Há cerca de um ano, debateu-se na Freguesia de São Bartolomeu de Messines, a fusão da Caixa da Vila com a sua congénere de Silves.
Não irei aqui explanar os motivos que me levaram a votar contra. Pois, não quero desviar a vossa atenção do tema que nos deve preocupar a todos no presente.
No entanto pretendo, trazer ao vosso conhecimento, um pequeno episódio que nos ajudará a enquadrar o desespero de muita gente e ler nas entrelinhas o que agora se pretende.
Na discussão acalorada da reunião que levaria os cooperadores da Caixa Agrícola de Messines a vetar o negócio de interesses, entenda-se casamento com a dama de Silves, foi elaborada e aprovada, em tempo recorde uma acta.
Acta essa que, curiosamente, ou não tão assim, foi entregue à Srª. Presidente da Câmara Municipal que, passados dois dias, me interpelou sobre o teor da minha intervenção, ameaçando que, por não ter tido o comportamento desejado, podia ter que responder noutra instância. Tudo a quente, naturalmente...
Diga-se em abono da Verdade que, nessa reunião camarária, o actual Director da Caixa Agrícola, ex- Vereador José Manuel teve a lealdade de informar a Vereação que a minha intervenção em nada foi difamatória de Terceiros mas, sim em defesa da Colectividade.
Posto isso, sejamos claro. Na altura referi e hoje reafirmo que, para mim, a fusão pretendida, tinha um objectivo imediato muito claro: permitir a compra da Fábrica do Tomate mediante a concessão de um empréstimo. Já que a Caixa de Silves de per si o não podia fazer, ou o não queria fazer isoladamente. Ah, os malditos rácios.
Segunda nota, leva-me à actual situação financeira da Câmara, em nada conducente com aventuras.
Não me interessa, nem irei reter a capacidade de endividamento da Autarquia. Esse argumento é falacioso, como de seguida demonstro.
O cerne desta questão deve levar-nos a percorrer outros horizontes.
Em período de grave crise económica, com significativa quebra nas receitas na casa dos 25%( principalmente IMI e IMT), temos de ser comedidos. Aliás, parece-me evidente que o momento é de contenção. Por muito que o projecto seja apetecível, tem de ser questionado o seu financiamento e o seu lugar na escala de prioridades da nossa comunidade.
Simples bom senso, digo eu.
Mas há mais. Como justificar a pressa na compra, se é sabido que a Câmara tem preferência na venda? Pode sempre exercer o Direito de preferência dentro de seis meses a contar do dia da escritura, sabendo que por Lei é sempre notificada desse negócio.
Reconheço que estou perturbado mas, ainda mais fico, quando, num período de profunda crise imobiliária, com descida abrupta de preços, o valor ora apresentado e proposto pela Srª. Presidente de € 1 940 000, é apenas inferior em € 40 000 ao que foi estipulado há 12 meses. Tanto mais que não são conhecidas outras propostas.
Parece-me pouca a diferença, e muito o valor pretendido, salvaguardando sempre o Direito do vendedor fazer a proposta que achar por bem. Nem tal aspecto é discutível, nem entro por aí.
Mas também exijo que não discutam o meu na defesa daquilo que julgo ser o interesse da Autarquia.
Finalizo, introduzindo uma nota final que, por mero lapso,ou falta de espaço, não é versada na proposta da Srª. Presidente, mas deveria sê-lo. Já alguém procurou conhecer o valor da recuperação da Fábrica do Tomate que está fechada há dezenas de anos?
È que esse valor deve ser somado, ao valor da compra, de forma a fixar o montante do investimento.Ou não deverá ser assim?
Parece-me incorrecto comprar e depois logo se ver que utilidade dar ao local face ao seu estado actual.
Acrescento que a Concelhia do PS, irá reunir-se amanhã e naturalmente este assunto será aí tratado. Pelo que, como compreenderão, não obstante já ter tomado uma decisão, irei aguardar pelo sentir do meu grupo.

sábado, 22 de maio de 2010

Fábrica do Tomate-Câmara quer comprar o imóvel por € 1 940 000

Para que mais um assunto não passe despercebido,permitem-me que chame a vossa atenção para o ponto 6.17 da Ordem de trabalhos que publiquei.
Quem manda na Câmara volta a insistir na compra da Fábrica do Tomate por € 1 940 000, um milhão e novecentos e quarenta mileuros.
Assunto que deve merecer amplo debate na nossa comunidade...e logo agora num momento de crise.
Amanhã, dar-vos-ei a minha opinião.